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COMPOSIÇÃO QUÍMICA E ATIVIDADE BIOLÓGICA DE Lippia insignis Moldenke
Author(s) -
Maíra Meira Freitas
Publication year - 2018
Publication title -
anais do ... seminário de iniciação científica/anais seminário de iniciação científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-0339
pISSN - 2175-8735
DOI - 10.13102/semic.v0i20.3341
Subject(s) - chemistry , traditional medicine , medicine
A utilização de plantas medicinais e da fitoterapia encontra-se em expansão no Brasil e no mundo, constituindo um mercado farmacêutico altamente promissor, tendo em vista a utilização das substâncias como protótipos para o desenvolvimento de fármacos, ou ainda, de medicamentos elaborados exclusivamente à base de extratos vegetais, os fitoterápicos (VIEGAS et al., 2006). Com os avanços tecnológicos e aumento do interesse dos pesquisadores a esse tema, tem crescido a recomendação do uso de plantas medicinais pelos profissionais da saúde com fins curativos (ARNOUS et al., 2005).Estudos da composição química de espécies de Lippia indicam que este gênero é rico em compostos fenólicos e flavonoides, possuindo assim ação antioxidante (AGUIAR e COSTA, 2005). A oxidação é um processo essencial aos organismos aeróbios e ao nosso metabolismo, sendo os radicais livres produzidos naturalmente, como consequência desse processo de oxidação, ou por alguma disfunção biológica. No organismo, os radicais livres desempenham diversos papéis. Entretanto, o excesso deles pode ser responsável por uma série de efeitos deletérios, como, por exemplo, neoplasias, envelhecimento precoce e problemas cardiovasculares, que podem ser evitadas com a ingestão de substâncias com ação antioxidante (BARREIROS et al., 2006). Assim, um dos fatores pela crescente demanda em estudos químicos e de ação biológica com plantas e micro-organismos é a busca por novos fármacos que tenha uma ação antioxidante. Essa área de pesquisa tem um futuro promissor principalmente no território brasileiro que possui uma rica biodiversidade, com variadas espécies endêmicas distribuídas em distintos biomas (NEWMAN et al., 2007).Quando se trata de fármacos para o tratamento da dor, abre-se uma lacuna no que diz respeito ao regime medicamentoso que pode ser estabelecido, tendo em vista que ainda não dispomos de um fármaco ideal, ou seja, que não promovam efeitos colaterais potenciais. Embora sejam altamente eficazes, os analgésicos de ação central geralmente não estão dissociados de efeitos adversos importantes. Adicionalmente, os analgésicos de ação periférica também apresentam efeitos indesejáveis, tais como lesões do trato gastrointestinal e renal (RANG et al. 2012). Assim, tem-se a necessidade de buscar medidas alternativas para o desenvolvimento de medicamentos para o combate da dor. Nessa perspectiva, os produtos naturais encaixam-se como uma fonte promissora na pesquisa de moléculas com potencial atividade analgésica. Desta forma este trabalho tem como objetivo investigar a composição química, a atividade antioxidante e antinociceptiva de Lippia insignis Moldenke.

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