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Estudo e Análise do processo de fabricação de alimentos, no contexto das Boas Práticas de fabricação, nas cantinas I e VII na Universidade Estadual de Feira de Santana.
Author(s) -
Geisiane dos Santos Silva
Publication year - 2018
Publication title -
anais do ... seminário de iniciação científica/anais seminário de iniciação científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-0339
pISSN - 2175-8735
DOI - 10.13102/semic.v0i20.3228
Subject(s) - humanities , political science , philosophy , sociology
A economia solidária vem como uma proposta alternativa de geração de trabalho e renda, e uma resposta a favor da inclusão social. Neste âmbito de inclusão, é organizada como uma diversidade de práticas econômicas e sociais sob a forma de cooperativas, associações, que realizam atividades que tem como objetivo trabalho e renda para esses grupos comunitários. A agricultura familiar, o artesanato e o pequeno comércio são exemplos de atividades integrantes deste modo de produção (SINGER, 2010), e vem crescendo cada vez mais.Dentre as formas do pequeno negócio, existem os espaços de comercialização de alimentos, dentro de universidades (cantinas e restaurantes), que produzem e comercializam alimentos para comunidade universitária. Que vem crescendo a cada dia, e com este, a preocupação com a qualidade sanitária e nutricional dos alimentos e serviços oferecidos (SÃO JOSÉ, 2011).Tratando-se de economia popular e solidaria, é desenvolvido um processo de orientação educativo-politico-pedagógico com grupos informais denominados incubação, que visa estreitar a relação da comunidade externa com a universidade (PITA et al., 2015). Neste contexto tornou-se importante observar as Boas Práticas de Fabricação dentro desses espaços de comercialização, considerando as peculiaridades do trabalho desenvolvido no âmbito da Economia Popular e Solidária e, em especial, as dificuldades enfrentadas por grupos que de regra lidam com o obstáculo da formação escolar deficiente, da dificuldade de acesso à informação e da organização do trabalho baseado na autogestão. Considerando que as principais formas de contaminação estão à manipulação e conservação inadequadas (VASCONCELOS, 2008). De acordo com essa afirmação faz-se necessário o conhecimento de outro conceito importante: as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e sua aplicação dentro desses espaços. O desenvolvimentodo trabalho fez-se necessário em especial para acompanhar os grupos atuais das cantinas I e VII, e observar as Boas Práticas na fabricação dos alimentos, a fim de garantir as condições higiênicas sanitárias gerais do alimento, durante o preparo, armazenamento, acondicionamento e comercialização do alimento preparado para o consumo, protegendo assim saúde da população contra doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados além de garantir a qualidade e satisfação de todas as partes envolvidas.

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