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A experiência de famílias não doadoras frente à morte encefálica
Author(s) -
Gabriela Camponogara Rossato,
Nara Marilene Oliveira Girardon-Perlini,
Silvana Bastos Cogo,
Elisabeta Albertiietsche,
Angélica Dalmolin
Publication year - 2020
Publication title -
revista enfermagem uerj
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.139
H-Index - 12
eISSN - 2764-6149
pISSN - 0104-3552
DOI - 10.12957/reuerj.2020.51140
Subject(s) - humanities , philosophy
Objetivo: compreender a experiência vivenciada de famílias de adultos frente à morte encefálica e a opção pela não doação de órgãos. Métodos: estudo qualitativo fundamentado no Interacionismo Simbólico, realizado em um hospital público, no estado do Rio Grande do Sul, com seis famílias, que tiverem um familiar potencial doador de órgãos diagnosticado com morte encefálica e negaram a doação. Os dados foram obtidos por meio de entrevista narrativa no período de maio a novembro de 2016, após aprovação do Comitê de Ética da instituição, e analisados com ênfase no conteúdo. Resultados: refere-se a uma situação inesperada e desconhecida, de incertezas, dor e sofrimento ante o adoecimento, a morte encefálica e a decisão pela doação de órgãos ou não. Conclusão: Em um contexto interacional de incertezas, definido como o desmoronar da vida familiar por um evento inimaginável, a morte encefálica e a doação de órgãos é percebida como a intensificação da perda, o que corrobora na decisão pela não doação.

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