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Devir selvagem: a arte do grito ( ou do grito na arte)
Author(s) -
Mariah Rafaela Silva
Publication year - 2019
Publication title -
revista docência e cibercultura
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2594-9004
DOI - 10.12957/redoc.2019.39916
Subject(s) - humanities , art
A partir de uma performance realizada em 2016, o grito opera como máquina de guerra (Deleuze e Guattari, 2012) capaz de agenciar um coletivo que mobiliza uma matilha, de modo que a experiência transexual seja entendida como potência, jamais como loucura. O objetivo desse trabalho é refletir sobre algumas dinâmicas de poder sobre às transexualidades tendo como marcadores de diálogo a raça e dispositivos de opressão na arte. O grito, como uma forma de resistência, coloca em agenciamento “estruturas” de subjetivação que compõem cartografias “trans específicas” em espaços hegemônicos. É deste modo que surge o devir selvagem; aquele que ao devorar os processos assimétricos que lhe assujeitam, cria mundos possíveisoperando fissuras nas hegemonias e construindo redes de afeto e modos de existir. 

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