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INDICADORES DE SAÚDE E NUTRIÇÃO DE CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS DE IDADE: UMA REALIDADE PARA A IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL NA ATENÇÃO BÁSICA DE GOVERNADOR VALADARES-MG
Author(s) -
Vinícius Vieira Benvindo,
Áquila Agnes Dutra,
Maria Aurea De Souza Menenguci,
Nízia Araújo Vieira Almeida,
Angélica Heringer Rodrigues,
Pollyanna Costa Cardoso
Publication year - 2019
Publication title -
demetra alimentação nutrição and saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2238-913X
DOI - 10.12957/demetra.2019.43464
Subject(s) - infant nutrition , medicine , gynecology , environmental health , population , research methodology
Este estudo objetivou analisar indicadores de saúde e nutrição em crianças menores de 2 anos de idade assistidas na atenção básica de Governador Valadares - Minas Gerais, para subsidiar a implantação da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB). Para o levantamento dos indicadores, utilizou-se o SISVAN–Web, de domínio público. A prática do aleitamento materno e da alimentação complementar de 301 crianças com menos de 6 meses de idade, e de 1.064 crianças entre 6 e 24 meses foram analisadas a partir dos dados do formulário de marcadores de consumo alimentar do SISVAN. Para o estado nutricional, analisaram-se 4.450 crianças menores de 2 anos, segundo o protocolo de avaliação antropométrica do SISVAN. A prática do aleitamento materno exclusivo correspondeu a um terço das crianças de 0-6 meses. A introdução de alimentos ocorreu entre 6-8 meses em um quinto das crianças. Nas crianças com idade de 6 a 24 meses, o aleitamento materno continuado foi de 54% e o consumo de alimentos ricos em ferro foi 21%; bebidas adoçadas foi 41%; de biscoito recheado e doces, 35%; de macarrão instantâneo e salgadinhos de pacote, 34%. A maioria das crianças menores de 2 anos se encontravam eutróficas, contudo, o risco de sobrepeso foi verificado em um terço delas, e a altura muito baixa em aproximadamente um quinto delas. Conclui-se que o cenário atual subsidia esforços para a implantação da EAAB no município, uma vez que foram encontrados valores insatisfatórios e preocupantes de prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de 6 meses e de aleitamento continuado entre 6-24 meses.DOI: 10.12957/demetra.2019.43464 

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