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CRIANÇAS COM DIFICULDADES ALIMENTARES CONSOMEM PROTEÍNAS E SUPLEMENTOS LÁCTEOS EM QUANTIDADES EXCESSIVAS – COMO ROMPER ESTE CICLO?
Author(s) -
Priscila Maximino,
Rachel HV Machado,
Raquel Ricci,
Cláudia de Cassia Ramos,
Maria Júlia Russo de Carvalho,
Mauro Fisberg
Publication year - 2019
Publication title -
demetra alimentação nutrição and saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2238-913X
DOI - 10.12957/demetra.2019.37449
Subject(s) - physics , medicine , gynecology , zoology , humanities , biology , art
Objetivos: Identificar o perfil de consumo de leite e proteínas em crianças com dificuldades alimentares (DA), comparar a ingestão às recomendações para idade e buscar associação com padrões da DA. Métodos: Estudo transversal retrospectivo com 119 crianças entre seis meses e 14 anos (poder amostral >90%). Coletaram-se de prontuários: idade, sexo, tipo de DA, dosagens de hemoglobina e ferritina, IMC, padrão de seletividade alimentar, ingestão de macronutrientes e padrões da ingestão de leite (exceto leite materno), queixa alimentar, estilo parental materno, práticas coercivas e hábitos de autoalimentação. Utilizaram-se testes t-Student, Anova, GLM e correlação de Spearman, nível de significância menor que 5% e IC 95%. Resultados e discussão: Houve consumo proteico absoluto diário excessivo em todas as faixas etárias (p<0,024), e a maior contribuição percentual de leite para o consumo proteico total se deu abaixo de três anos (51,7% a 55%). A ingestão isolada de leite supriu de 80% a 138% das necessidades proteicas diárias (abaixo de 8 anos). Crianças com uso de suplementos lácteos tenderam para redução de consumo de alimentos não lácteos. O maior consumo proteico e de leite se associou ao perfil indulgente das mães (p=0,033) e a hábitos coercitivos (p=0,043), sem relação com as demais variáveis. Conclusões: Houve ingestão proteica excessiva e relação entre ingestão reduzida de outras fontes proteicas e uso de suplementos de base láctea. Comportamentos maternos indulgentes e coercivos foram associados ao maior consumo de leite. Reforça-se a necessidade de orientação quanto à substituição de refeições e suplementação nutricional em quadros de DA.DOI: 10.12957/demetra.2019.37449  

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