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Avaliação da força de extensão do joelho em indivíduos idosos: confiabilidade de um protocolo de teste isocinético
Author(s) -
Wagner Rodrigues Martins,
Ricardo Jacó de Oliveira,
Marianne Lucena da Silva,
Tacio Santos,
Leonardo Rios Diniz,
João dos Santos Carmo,
Ricardo Alberto Moreno,
Martim Bottaro
Publication year - 2015
Publication title -
revista brasileira de atividade física e saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-1634
pISSN - 1413-3482
DOI - 10.12820/rbafs.v.20n4p435
Subject(s) - physics , humanities , medicine , gynecology , philosophy
A redução da força muscular pode ser resultado do envelhecimento, sendo considerado um fator de risco para quedas. Objetivou-se analisar a confiabilidade de avaliação do pico de torque isocinético de extensão do joelho em indivíduos idosos. Foram avaliados vinte idosos saudáveis, 10 homens (68.4 ± 6.6 anos) e 10 mulheres (69.8 ± 6.7 anos) que participaram de duas sessões (teste e reteste) com um intervalo de 48 horas. Cada sessão consistiu de uma etapa de aquecimento, seguido de 3 séries de 4 contrações de extensão concêntrica de joelho a 60º/s e de mais 3 séries de 4 contrações de extensão concêntrica de joelho a 120º/s. Não foi utilizado qualquer período de familiarização com o protocolo de avaliação. Para fins de análise foi considerando o maior pico de torque entre as 3 séries de 4 contrações nas respectivas velocidades investigadas. Para análise da confiabilidade absoluta e relativa foram utilizados o coeficiente de correlação intraclasse (ICC), o erro padrão da medida (SEM) e o método de representação gráfica de Bland-Altman. Os resultados da análise da confiabilidade relativa demonstraram ICC de 0,94 (60º/s) e de 0,96 (120º/s). Em relação à confiabilidade absoluta, o erro sistemático foi de 1,4 Nm (60º/s) e de 0,8 Nm (120º/s), e o erro aleatório foi de 15,1 Nm (60º/s) e de 12,1 Nm (120º/s). A avaliação do pico de torque de extensão do joelho em idosos saudáveis apresentou confiabilidade relativa e absoluta aceitável demonstrando que a ausência de familiarização não comprometeu a confiabilidade do teste de força muscular de idosos medido com equipamento isocinético.

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