Bilby da Páscoa como estratégia de contra-marketing para a conservação da biodiversidade
Author(s) -
Diogo Veríssimo
Publication year - 2017
Publication title -
revista de gestão dos países de língua portuguesa
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2674-5895
pISSN - 2183-7678
DOI - 10.12660/rgplp.v16n3.2017.78376
Subject(s) - humanities , political science , art
Os marketers sociais deparam-se, por vezes, com mensagensantagónicas promovidas por outros agentes sociais, sendo exemplo disto asindústrias do tabaco e do álcool. Estes esforços podem diminuirconsideravelmente o impacto dos esforços de marketing social, obrigando osmarketers sociais a desenvolver estratégias de contra-marketing para mitigaro impacto das mensagens desenvolvidas pela concorrência. Neste artigo,examina-se a criação da marca social Bilby da Páscoa, como um competidorpara o popular «Coelhinho da Páscoa» na Austrália. O coelho é uma espécieinvasora, neste país, tendo causado enormes danos à sua biodiversidade. Porisso, durante a década de 1980, surgiu a ideia de usar o bilby, um marsupialaustraliano endémico, como um novo símbolo da Páscoa. Neste artigo, éinvestigado o valor do Bilby da Páscoa enquanto marca, tanto para o clientecomo em termos financeiros.
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