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Atividade física e nível de flexibilidade de escolares praticantes e não praticantes de dança
Author(s) -
Jéssica Moratelli,
Zênite Machado,
Gelcemar Oliveira Farias,
Taysi Seemann,
Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães
Publication year - 2020
Publication title -
revista brasileira de educação física e esporte
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1981-4690
pISSN - 1807-5509
DOI - 10.11606/1807-5509202000010133
Subject(s) - physical activity , humanities , psychology , art , physical therapy , medicine
O estudo transversal, com 197 escolares, com média de idade de 8±0,5 anos, objetivou comparar o nível de atividade física e flexibilidade de escolares praticantes e não praticantes de dança como atividade extraclasse. Utilizaram-se dois questionários: a) em forma de entrevista para os escolares, dividido em informações gerais, nível de atividade física e medidas de flexibilidade: ombro e quadril; b) autoaplicável para os pais e/ou responsáveis, dividido em escolaridade e estrato econômico. Verificou-se que todos os escolares que praticavam dança e Educação Física eram mais ativos que os praticantes apenas das aulas de Educação Física. Os escolares que praticavam dança e Educação Física passavam uma hora a menosem tela do que os escolares que praticavam só Educação Física. Houve diferença significativa (p= 0,019) na flexibilidade de quadril, no qual observou-se valores maiores para os praticantes de dança e Educação Física (34%), quando comparados aos praticantes de Educação Física (14,6%). Para a flexibilidade de ombros, os escolares que praticavam dança e Educação Física encontraram-se na faixa recomendável (40%), enquanto os praticantes de Educação Física, em condição de risco (45%), não havendo diferença significativa entre os grupos. Quando comparados com o nível de atividade física, ambos os escolares, tanto os considerados ativos, quanto os insuficientemente ativos apresentaram-se em condição de risco para flexibilidade de quadril e ombros. Conclui-se que os escolares que praticavam as aulas de Educação Física e dança eram mais ativos e possuíam flexibilidade de quadril superior aos escolares que praticavam apenas aulas de Educação Física.

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