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Effects of Selective Logging on the Diversity and Abundance of Flowering and Fruiting Understory Plants in a Central Amazonian Forest
Author(s) -
Costa Flávia R. C.,
Magnusson William E.
Publication year - 2003
Publication title -
biotropica
Language(s) - English
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.813
H-Index - 96
eISSN - 1744-7429
pISSN - 0006-3606
DOI - 10.1111/j.1744-7429.2003.tb00267.x
Subject(s) - logging , understory , transect , abundance (ecology) , salvage logging , species richness , light intensity , environmental science , agroforestry , biology , ecology , forest ecology , ecosystem , canopy , physics , optics
There is much interest in ways to exploit tropical timber without greatly changing forest processes and diversity. To achieve this, it is necessary to know the maximum logging intensity that can be used and how long the forest takes to recover from logging. Because little is known about the effects of selective logging on non‐timber plant species, we examined the effects of logging intensity and time after logging on the diversity and abundance of flowering and fruiting understory plants in a Central Amazonian forest near Manaus, Brazil. Logging was carried out experimentally at varying intensities in eight 4 ha plots in 1987 and three plots in 1993. Logging intensity ranged between 14 and 45 m 3 /ha of extracted timber. Three plots were left as controls. Each month, from October 1996 to September 1998, we recorded the number of individuals and species of herbs, shrubs, small trees, and small palms that were flowering and fruiting in six transects per plot. We found 107 species flowering and 111 species fruiting. The abundance of flowering plants was affected by time after logging, but not by the intensity of logging. The abundance of fruiting plants was not related either to time after logging or logging intensity. Richness of flowering and fruiting plants was related to time after logging, but not to the intensity of logging. The results indicate that selective logging, at the intensities and scale analyzed, does not cause reductions in flower and fruit production by the understory community. Both quantity and quality of resources for animals are maintained and possibly even increased in logged areas, shortly after logging takes place. As the levels of reproduction in plots logged 11 years before remained close to those in controls, maintenance of the understory community does not seem to be problematical. RESUMO Há muito interesse em se conseguir formas de explorar madeira nas florestas tropicais sem alterar drasticamente seus processes e diversidade. Para isto, é precise saber qual a intensidade de corte máxima que pode ser aplicada e qual o tempo necessário para a recuperacLão da floresta. Como pouco se sabe sobre os efeitos do corte seletivo de madeira sobre as espécies não‐madeireiras, este estudo examinou os efeitos da intensidade de corte do e do tempo pós‐corte sobre a diversidade e abunda̧ncia das plantas de sub‐bosque florindo ou frutificando em uma floresta da Amazo̧nia Central, próxima á Manaus, Brasil. O corte seletivo foi realizado experimentalmente em diferentes intensidades em oito parcelas de 4 ha em 1987 e em trȩs parcelas em 1993. A intensidade de corte variou entre 14 e 45 m 3 /ha de madeira extraída. Trȩs parcelas foram deixadas como controles. A cada mȩs, de outubro de 1996 a setembro de 1998, amostrou‐se o número de espécies e indivíduos de ervas, arbustos, arvoretas e pequenas palmeiras florindo ou frutificando em seis transectos em cada parcela. Foram encontradas 107 espécies florindo e 111 espécies frutificando. A abunda̧ncia de plantas florindo esteve relacionada á idade da área explorada, mas não á intensidade de corte. A abundáncia de plantas frutificando não esteve relacionada com a idade da área explorada nem com a intensidade de corte. A riqueza de plantas florindo e frutificando esteve relacionada á idade da área explorada, mas não á intensidade de corte. Os resultados indicam que o corte seletivo, nas intensidades e escala analisadas, não causa redução na produção de flores e frutos pelo sub‐bosque. Tanto a quantidade como a qualidade dos recursos para a fauna são mantidas e aré podem chegar a aumentar pouco tempo após a exploração. Como os níveis de reprodução nas parcelas exploradas 11 anos atrás são próximos aos encontrados nos controles, a sobrevivência da comunidade do sub‐bosque nas áreas de corte seletivo não parece ser problemática.

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