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Perfil do uso de drogas modificadoras de doença no Registro Brasileiro de Espondiloartrites
Author(s) -
Charles Lubianca Kohem,
Adriana Bruscato Bortoluzzo,
Célio Roberto Gonçalves,
José Antonio Braga da Silva,
Antônio Carlos Ximenes,
Manoel Barros Bértolo,
Sandra Lúcia Euzébio Ribeiro,
Mauro Waldemar Keiserman,
Rita Menin,
Thelma Larocca Skare,
Sueli Carneiro,
Valderílio Feijó Azevedo,
Walber Pinto Vieira,
Elisa Albuquerque,
Washington Alves Bianchi,
Rubens Bonfiglioli,
Cristiano Campanholo,
Hellen Mary da Silveira de Carvalho,
Izaías Pereira da Costa,
Ângela Luzia Branco Pinto Duarte,
Nocy Leite,
Sonia A.L. Lima,
Eduardo de Souza Meirelles,
Ivânio Alves Pereira,
Marcelo de Medeiros Pinheiro,
Elizandra Polito,
Gustavo Gomes Resende,
Francisco Airton Castro Rocha,
Mittermayer Barreto Santiago,
Maria de Fátima Lobato da Cunha Sauma,
Valéria Valim,
Percival D. Sampaio-Barros
Publication year - 2014
Publication title -
revista brasileira de reumatologia
Language(s) - English
Resource type - Journals
eISSN - 1809-4570
pISSN - 0482-5004
DOI - 10.1016/j.rbr.2013.06.003
Subject(s) - medicine , gynecology
Few studies have evaluated the profile of use of disease modifying drugs (DMD) in Brazilian patients with spondyloarthritis (SpA).Methods:A common research protocol was applied prospectively in 1505 patients classified as SpA by criteria of the European Spondyloarthropathies Study Group (ESSG), followed at 29 referral centers in Rheumatology in Brazil. Demographic and clinical variables were obtained and evaluated, by analyzing their correlation with the use of DMDs methotrexate (MTX) and sulfasalazine (SSZ).Results:At least one DMD was used by 73.6 % of patients: MTX by 29.2 % and SSZ by 21.7%, while 22.7 % used both drugs. The use of MTX was significantly associated with peripheral involvement, and SSZ was associated with axial involvement, and the two drugs were more administered, separately or in combination, in the mixed involvement (p < 0.001). The use of a DMD was significantly associated with Caucasian ethnicity (MTX , p = 0.014), inflammatory back pain (SSZ, p = 0.002) , buttock pain (SSZ, p = 0.030), neck pain (MTX, p = 0.042), arthritis of the lower limbs (MTX, p < 0.001), arthritis of the upper limbs (MTX, p < 0.001), enthesitis (p = 0.007), dactylitis (MTX, p < 0.001), inflammatory bowel disease (SSZ, p < 0.001) and nail involvement (MTX, p < 0.001).Conclusion:The use of at least one DMD was reported by more than 70% of patients in a large cohort of Brazilian patients with SpA, with MTX use more associated with peripheral involvement and the use of SSZ more associated with axial involvement.Introdução:Poucos estudos avaliaram o perfil do uso de drogas modificadoras de doença (DMD) em pacientes brasileiros com diagnóstico de espondiloartrite (EpA).Métodos:Um protocolo comum de investigação foi prospectivamente aplicado em 1505 pacientes classificados como EpA pelos critérios do Grupo Europeu de Estudo das Espondiloartrites (ESSG), acompanhados em 29 centros de referência em Reumatologia no Brasil. Variáveis clínicas e demográficas foram obtidas e avaliadas, analisando-se suas correlações com o uso das DMD metotrexato (MTX) e sulfasalazina (SSZ).Resultados:Pelo menos uma DMD foi utilizada por 73,6% dos pacientes, sendo MTX por 29,2% e SSZ por 21,7%, enquanto 22,7% utilizaram ambas as drogas. O uso do MTX foi significativamente associado ao acometimento periférico, e a SSZ foi associada ao comprometimento axial, sendo que as duas drogas foram mais utilizadas, isoladas ou combinadas, no comprometimento misto (p < 0,001). O uso de uma DMD esteve significativamente associado à etnia branca (MTX; p = 0,014), lombalgia inflamatória (SSZ; p = 0,002), dor em nádegas (SSZ; p = 0,030), cervicalgia (MTX; p = 0,042), artrite de membros inferiores (MTX; p < 0,001), artrite de membros superiores (MTX; p < 0,001), entesite (p = 0,007), dactilite (MTX; p < 0,001), doença inflamatória intestinal (SSZ; p < 0,001) e acometimento ungueal (MTX; p < 0,001).Conclusão:O uso de pelo menos uma DMD foi referido por mais de 70% dos pacientes numa grande coorte brasileira de pacientes com EpA, sendo o uso do MTX mais associado ao acometimento periférico e o uso da SSZ mais associado ao acometimento axial

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