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Repercussões clínicas da anastomose de Martin‐Gruber: estudo anatômico
Author(s) -
Cristina Schmitt Cavalheiro,
Mauro Razuk Filho,
Gabriel Pedro,
Maurício Ferreira Caetano,
Luiz Ângelo Vieira,
Edie Benedito Caetano
Publication year - 2016
Publication title -
revista brasileira de ortopedia
Language(s) - English
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.405
H-Index - 16
eISSN - 1982-4378
pISSN - 0102-3616
DOI - 10.1016/j.rbo.2015.06.003
Subject(s) - medicine , anastomosis , anatomy , ulnar nerve , surgery , elbow
ResumoObjetivosDescrever anatomicamente a anastomose de Martin‐Gruber e reconhecer suas repercussões clínicas.MétodoForam dissecados 100 antebraços de 50 cadáveres adultos no laboratório de anatomia. A dissecção foi feita através uma incisão mediana em todo o antebraço e terço inferior do braço, dois retalhos incluindo a pele e subcutâneo foram rebatidos, para o lado radial e ulnar respectivamente.ResultadosA comunicação nervosa entre os nervos medianos e ulnar no antebraço (anastomose de Martin‐Gruber) foi registrada em 27 antebraços. Classificamos a anastomose em seis tipos. Tipo I: anastomose entre o nervo interósseo anterior e o nervo ulnar (nove membros); Tipo II: anastomose entre o nervo interósseo anterior e o nervo ulnar em dois pontos (dupla anastomose ‐ dois membros); Tipo III: anastomose entre o mediano e o nervo ulnar (quatro membros); Tipo IV: anastomose entre ramos dos nervos mediano e ulnar destinada ao músculo flexor profundo os dedos, esses fascículos formam uma alça de convexidade distal (cinco membros); Tipo V: anastomose intramuscular (cinco membros); Tipo VI: anastomose entre ramo do nervo mediano para o músculo flexor superficial e nervo ulnar (dois membros).ConclusãoO conhecimento das variações anatômicas em relação à inervação da mão tem importância relevante, principalmente quando se considera o exame físico, diagnóstico, prognóstico e tratamento cirúrgico. Se essas variações não forem valorizadas, erros e consequências serão inevitáveis.AbstractObjectiveThe main objective of this study was to describe Martin‐Gruber anastomosis anatomically and to recognize its clinical repercussions.Method100 forearms of 50 adult cadavers were dissected in an anatomy laboratory. The dissection was performed by means of a midline incision along the entire forearm and the lower third of the upper arm. Two flaps including skin and subcutaneous tissue were folded back on the radial and ulnar sides, respectively.ResultsNerve communication between the median and ulnar nerves in the forearm (Martin‐Gruber anastomosis) was found in 27 forearms. The anastomosis was classified into six types: Type 1: anastomosis between the anterior interosseous nerve and the ulnar nerve (n=9); Type 2: anastomosis between the anterior interosseous nerve and the ulnar nerve at two points (double anastomosis) (n=2); Type 3: anastomosis between the median nerve and the ulnar nerve (n=4); Type 4: anastomosis between branches of the median nerve and ulnar nerve heading towards the flexor digitorum profundus muscle of the fingers; these fascicles form a loop with distal convexity (n=5); Type 5: intramuscular anastomosis (n=5); and Type 6: anastomosis between a branch of the median nerve to the flexor digitorum superficialis muscle and the ulnar nerve (n=2).ConclusionKnowledge of the anatomical variations relating to the innervation of the hand has great importance, especially with regard to physical examination, diagnosis, prognosis and surgical treatment. If these variations are not given due regard, errors and other consequences will be inevitable

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