Infants’ peer interaction in institutional foster care service
Author(s) -
Gabriella Garcia Moura,
Gisele Mathias de Souza,
Kátia de Souza Amorim
Publication year - 2020
Publication title -
journal of human growth and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.218
H-Index - 11
eISSN - 2175-3598
pISSN - 0104-1282
DOI - 10.7322/jhgd.v30.9975
Subject(s) - psychology , developmental psychology , reciprocity (cultural anthropology) , perspective (graphical) , social relation , interpersonal communication , context (archaeology) , empathy , intersubjectivity , friendship , social psychology , paleontology , philosophy , epistemology , artificial intelligence , computer science , biology
Introducao: Com base na perspectiva da intersubjetividade infantil, entende-se que bebes sao capazes de interagir com bebes desde muito cedo; e tais interacoes podem oferecer importantes experiencias constitutivas as criancas. Objetivo: Investigou-se como se dao as interacoes de bebe-bebes/criancas pequenas em instituicao de acolhimento (abrigo), descrevendo: a frequencia destas interacoes; os recursos emocionais-comunicativos envolvidos; a responsividade dos parceiros; e, a organizacao do ambiente enquanto circunscritor. Metodo: Conduziu-se Estudo de Caso descritivo-exploratorio, de abordagem qualitativa, acompanhando as interacoes de bebe focal (10-13 meses) com seus pares (de 4 a 17 meses), em instituicao acolhimento. Realizaram-se videogravacoes semanais, por tres meses no contexto naturalistico. Categorias como “orientacao da atencao”, “busca/manutencao de proximidade”, “trocas sociais” e “responsividade” foram quantificadas e comparadas com interacoes bebe-cuidadores. Episodios interativos foram minuciosamente descritos. Resultados: A organizacao do espaco fisico-social foi marcada por bercos, carrinhos, portoes e grades, com poucos brinquedos disponiveis. Verificou-se que os bebes permaneceram grande parte do tempo em atividades individuais (sozinhos) e seus comportamentos sociais foram mais frequentemente direcionados aos cuidadores. As interacoes bebe-bebes/criancas pequenas ocorreram em menor frequencia e, mesmo assim, foram nestas que mais se observaram atividades conjuntas e interacoes co-reguladas (envolvendo reciprocidade e compartilhamento). A responsividade dos pares envolveu, inclusive, comportamentos empaticos e pro-sociais (com experiencia de engajamento interpessoal), onde operavam processos atencionais, emocionais e motivacionais. Conclusao: As interacoes de pares de bebes acolhidos se mostraram pouco frequentes. Mas, quando ocorreram, as criancas demonstraram sensibilidade e responsividade as expressoes emocionais-comunicativas dos seus coetâneos. A organizacao do ambiente institucional mostrou-se relevante circunscritor das interacoes de pares: pelo arranjo material/espacial que dificultava o contato entre as criancas pequenas; e pela ausencia do adulto como agente promotor destas interacoes. Destaca-se a importância de novas investigacoes sobre indicadores interacionais no acolhimento de bebes.
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