Superando fronteiras da educação com ecossistemas de aprendizagem
Author(s) -
Pedro Netto Silveira,
Davidson Cury,
Crediné De Menezes
Publication year - 2019
Publication title -
anais do xxx simpósio brasileiro de informática na educação (sbie 2019)
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.5753/cbie.sbie.2019.209
Subject(s) - epistemology , sociology , philosophy
We are moving towards an increasingly technological education, as digital culture grows. With lot of technology and easeness of interaction, ideas arise but are lost through lack of registration, help and encouragement. The traditional school, where only part of the learning happens, still has limitations that aggravate this problem. They are the boundaries of education. In this paper, we bring as result a discussion, under the light of an ontology developed with SABiO methodology, of how learning ecosystems can help to supplant, or at least attenuate, the boundaries of education. Resumo. Caminhamos rumo a uma educação cada vez mais tecnológica, no passo do crescimento da cultura digital. Com tanta oferta de tecnologia e facilidade de interações, as ideias surgem mas acabam se perdendo por ausência de registro, auxı́lio e incentivo. A escola tradicional, onde só parte da aprendizagem acontece, ainda tem limitações que agravam esse problema. São as fronteiras da educação. Neste artigo, trazemos como resultado uma discussão, sob a luz de uma ontologia desenvolvida com a metodologia SABiO, sobre como os Ecossistemas de Aprendizagem podem ajudar a superar, ou pelo menos atenuar, as fronteiras da educação. 1. Introdução A tecnologia está tão presente na vida das pessoas que estabeleceu-se a chamada cultura digital [Castells 2008]. A partir da imersão de nossa sociedade na cultura digital, existe a tendência de que caminhamos rumo a uma escola digital, um movimento no qual seus integrantes poderão aprender e auxiliar a aprendizagem de outros, dentro e fora da escola, apoiados pela computação [Silveira et al. 2018b]. Grupos se formam, muitas vezes involuntariamente, para diversos fins, como: comunicação, troca de experiências, solução de problemas etc. Esses indivı́duos que interagem dentro de um determinado ambiente, na maioria das vezes sequer sabem que estão em um ecossistema de aprendizagem. Com tanta oferta de tecnologia e facilidade de interações, as ideias surgem mas acabam se perdendo por ausência de registro, auxı́lio e incentivo. A escola tradicional tem limitações que a impossibilitam de resolver esse problema. Chamamos essas limitações de fronteiras da educação [Silveira et al. 2018a]. Concordamos com as teorias largamente exploradas pela literatura de que as aprendizagens estão intimamente ligadas às interações [Piaget et al. 1970], sejam elas entre humanos ou entre humano e os ambientes onde esteja inserido, o que nos remete à ideia de ecossistemas [ECOSSISTEMA 2019]. DOI: 10.5753/cbie.sbie.2019.209 209 Anais do XXX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2019) VIII Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2019)
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