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Uma aula sobre Medicina Alternativa em língua estrangeira.
Author(s) -
Greicy Pinto Bellin
Publication year - 2007
Publication title -
revista x
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1980-0614
DOI - 10.5380/rvx.v2i0.2007.9770
Subject(s) - philosophy
No primeiro semestre de 2007, cursei a disciplina de Metodologia do Ensino de Anglo-Germânicas, com o professor Henrique Evaldo Janzen. Como parte do processo de avaliação, nos foi solicitada a elaboração de um tópico de uma unidade temática, ou seja, parte de uma lição em língua inglesa, e o assunto do tópico seria de nossa escolha. Como eu havia feito um tratamento com acupuntura, e obtive os resultados que eu desejava, resolvi criar um tópico sobre medicina alternativa, pois considero esse assunto muito interessante e pouco explorado. De fato, a maioria dos livros didáticos de inglês explora o assunto saúde de forma muito repetitiva, sempre enfocando a medicina tradicional e nunca a medicina alternativa. Um dos únicos livros disponíveis no Centro de Recursos do Celin que trata de medicina alternativa é o Skyline 3B, que por sinal era o material didático utilizado no curso de inglês até o primeiro semestre de 2008. A imensa maioria dos livros que temos para consulta se limita a discorrer sobre doenças, sintomas, formas de tratamento e medidas de prevenção das doenças dentro da perspectiva da medicina tradicional, sem abordar nada relativo às medicinas alternativas, tais como acupuntura, homeopatia, florais, quiropraxia, e outras. Minha idéia era trabalhar comunicativamente com esse tópico, criando situações nas quais os alunos pudessem praticar a escrita e a oralidade partindo de seus conhecimentos de mundo e explorando suas crenças sobre saúde de uma forma estimulante. A abordagem comunicativa surgiu por volta da década de 70, a partir da necessidade de um método mais eficaz, que “levasse as pessoas a dominarem não apenas o conhecimento gramatical de línguas estrangeiras que tivessem de aprender, mas que pudessem usar adequadamente estas línguas em situações reais de interação social” (SILVEIRA, 1999: p.74). Desta forma, a língua é vista como um instrumento a ser utilizado nas mais diversas situações sociais, possibilitando ao aluno utilizar suas “estratégias de aprendizagem durante as atividades propostas e construir os seus conhecimentos através da interação com os colegas e com o professor” (SILVEIRA, 1999: p.77). Dentro desta abordagem, os conteúdos são

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