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A CIÊNCIA A SERVIÇO DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL - AS UNIDADES FITOAMBIENTAIS COMO ALTERNATIVA AOS IMPASSES DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL
Author(s) -
Franklin Galvão,
Cátia Augustin
Publication year - 2011
Publication title -
floresta
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.386
H-Index - 13
eISSN - 1982-4688
pISSN - 0015-3826
DOI - 10.5380/rf.v41i3.24059
Subject(s) - humanities , philosophy
O que os políticos, e os técnicos que os assessoram , consideram necessário para garantir um “meio ambiente ecologicamente equilibrado” , “preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais”, “preservar a diversidade e a integridade do patrimô nio genético do país” e “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práti cas que coloquem em risco sua função ecológica” (Constituição federal, capítulo VI, art. 225, § 1o, I, II e VII) é um mistério impenetrável. Durante as negociações para a aprovação do texto do novo código, reserva legal e áreas de preservação permanente (APPs) foram, por meses, man chetes na mídia. Mas, mesmo agora, depois de matéria votada, políticos, povo e jornalistas, desc onhecendo, muitos deles involuntariamente, como a natureza funciona, não entenderam o porquê da polêm ica. O debate acirrou-se em torno do tamanho das áreas, recuperação, anistia... Entre o que se deixo u passar, no entanto, estão algumas das proposições mais equivocadas do novo texto. De forma surpreendente – para tentar manter alguma educação –, alterou-se parte do art. 2° do código antigo (lei no 4.771, de 15 de setembro de 1 965), que define as APPs nas margens dos rios. Pass ou de:

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