Escala de autoestima coletiva: Evidências de validade fatorial e consistência interna
Author(s) -
Valdiney Velôso Gouveia,
Maria Gabriela Costa Ribeiro,
Alessandro Teixeira Rezende,
Thiago Medeiros Cavalcanti,
Heloísa Bárbara Cunha Moizéis,
Alex Sandro de Moura Grangeiro
Publication year - 2018
Publication title -
interação em psicologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.105
H-Index - 1
eISSN - 1981-8076
pISSN - 1981-8068
DOI - 10.5380/psi.v22i2.54006
Subject(s) - psychology , cronbach's alpha , humanities , philosophy , clinical psychology , psychometrics
O objetivo deste artigo foi adaptar para o contexto brasileiro a Escala de Autoestima Coletiva (EAC), reunindo evidencias de sua validade fatorial e consistencia interna. Realizaram-se dois estudos. No Estudo 1 participaram 497 estudantes universitarios, a maioria do sexo masculino (51,5%) com idade media de 21 anos. Estes responderam a EAC e perguntas sociodemograficas. Os resultados apoiaram o modelo original com quatro fatores obliquos de autoestima, que apresentaram alfas de Cronbach variando de 0,53 (publica) a 0,82 (privada). O Estudo 2 reuniu 391 pessoas da populacao geral, que responderam a EAC e perguntas sociodemograficas, os quais eram predominantemente do sexo masculino (60,9%) e com idade media de 23 anos. Os resultados corroboraram a adequacao da estrutura fatorial anteriormente indicada, cujos fatores apresentaram alfas de Cronbach entre 0,59 (publica) a 0,85 (privada). Concluindo, embora possa ser considerada uma pontuacao total desta medida de autoestima coletiva, que apresentou consistencia interna satisfatoria nos dois estudos (α = 0,80 e 0,84, respectivamente), e possivel considerar igualmente seus fatores individuais, conforme propuseram seus autores.
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