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VULNERABILIDADE PROGRAMÁTICA ÀS IST/AIDS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UM HABITUS PERMEADO PELA VIOLÊNCIA SIMBÓLICA
Author(s) -
Inacia Sátiro Xavier de França,
Emerson Eduardo Farias Basílio,
Jamilly da Silva Aragão,
Isabella Medeiros de Oliveira Magalhães,
Amanda de Brito Rangel Pereira,
Alexsandro Silva Coura
Publication year - 2021
Publication title -
cogitare enfermagem
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.145
H-Index - 3
eISSN - 2176-9133
pISSN - 1414-8536
DOI - 10.5380/ce.v26i0.74976
Subject(s) - habitus , humanities , gerontology , psychology , sociology , medicine , ethnography , philosophy , anthropology
Objetivo: identificar a vulnerabilidade programática às Infecções Sexualmente Transmissíveis/aids na Atenção Primária à Saúde.Método: estudo descritivo, realizado no ano de 2018, em 52 Unidades Básicas de Saúde de um município do nordeste brasileiro. Aplicou-se um Questionário com o responsável técnico  da unidade, identificando os marcadores de vulnerabilidade, que foram analisados por meio da estatística descritiva e à luz da sociologia do Poder Simbóilco de Bourdieu.Resultados: destacaram-se com média vulnerabilidade programática as unidades com relação à infraestrutura (55,3%), ações de prevenção (67,8%) e tratamento (60,4%). E com baixa vulnerabilidade as unidades com relação às ações de pré-natal e puerpério em relação à atenção às IST/aids (93,2%) e a integração das ações (61,5%).Conclusão: apesar da potencialidade dos marcadores do pré-natal e puerpério e da integração de ações, as fragilidades em maior frequência indicam que a Atenção Primária à Saúde ainda é permeada por violência simbólica na assistência às IST/aids.

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