QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS ACAMADOS EM UM MUNICÍPIO PARAIBANO
Author(s) -
Maria Leônia Pessoa da Silva,
Maria Emília Roméro de Miranda Henriques
Publication year - 2008
Publication title -
cogitare enfermagem
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.145
H-Index - 3
eISSN - 2176-9133
pISSN - 1414-8536
DOI - 10.5380/ce.v13i1.11974
Subject(s) - geography
Qualidade de vida e um conceito culturalmente construido em determinado tempo e lugar, influenciado por fatores socioculturais, biologicos e psicologicos. O individuo define a qualidade de vida a partir de suas percepcoes subjetivas, com relacao a sua vida, dependendo desses fatores, tal conceito e diferente a cada um, tornando-se complexo defini-lo de modo generalizante. No entanto, o envelhecimento humano e um fenomeno complexo, com dimensoes objetivas e subjetivas, construidas cultural e historicamente. O bem estar da pessoa na velhice depende mais de fatores sociais e ambientais do que de determinacoes geneticas(1). A realidade populacional do envelhecimento no Brasil e um fenomeno relativamente novo, desafiador e heterogeneo. Ha diversas condicoes que permitem uma boa qualidade de vida na velhice ou que a influenciam negativamente. Investigacoes sobre Qualidade de Vida sao de grande importância cientifica e social para subsidiar acoes e fomentar politicas sociais, visando a promocao da dignidade, e respeito com a velhice, que e uma fase de vida normal e inerente a todo ser vivo(2). O aumento da longevidade em todo o mundo constitui hoje um problema social da maioria das comunidades, particularmente, nos paises em desenvolvimento, onde este processo ocorreu de maneira crescente nas ultimas decadas. Este aumento no Brasil, e na Paraiba, apresenta, cada vez mais, um quadro de aumento de expectativa de vida, resultando numa sobrevida marcada por incapacidades e dependencia. E preciso compreender que o fato de uma pessoa apresentar limitacoes fisicas nao implica na necessidade de isolamento da convivencia, nem privacao de participacao social, ou seja, a incapacidade funcional nao se constitui em arco para a dependencia. Portanto, ressalta que, se a pessoa idosa mantiver preservada sua cognicao, as limitacoes fisicas nao podem constituir, por si, obstaculos para a realizacao de seus desejos, vontades e para que tenha participacao nas decisoes que dizem respeito, em especial, a propria vida(3). Na Saude Publica a capacidade funcional nasce como um novo conceito em saude, instrumentalizando e operazionalizando a atencao a saude do idoso. Esta propoe que as acoes preventivas, assistenciais e de reabilitacao devam melhorar a capacidade funcional prejudicada pelo idoso ou mante-la, e sempre que possivel tentar recupera la(4). Sobre essa questao do cuidado ao idoso dependente, aponta para as acoes desenvolvidas pela Estrategia da Saude da Familia (PSF) pode ser inserida no programa de previsao de financiamento das acoes e uma rede de suporte institucional. O cuidador informal, sendo visto como um agente de saude e receber orientacoes direcionadas para prestar uma assistencia adequada ao idoso, incluindo medidas preventivas para evitar a dependencia precoce e especificas sobre os cuidados com o idoso dependente que envelhece na comunidade(5).
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