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ANÁLISE ESTRUTURAL DA REGIÃO DE ABADIÂNIA (GO)
Author(s) -
Adelir José Strieer
Publication year - 1990
Publication title -
brazilian journal of geology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.468
H-Index - 19
eISSN - 2317-4889
pISSN - 2317-4692
DOI - 10.5327/rbg.v20i1.334
Subject(s) - humanities , physics , philosophy
Este artigo apresenta os resultados de uma detalhada analise estrutural que foi realizada na regiao de Abadiânia (Estado de Goias) e que permitiu o reconhecimento de cinco superficies deformacionais correlacionadas com processos de cavalgamento. O artigo foi dividido em cinco partes: descreve as petrotramas deformacionais, analisa a ultima fase deformacional e a sua relacao com as fases precedentes, discute o significado regional da estrutura reconhecida e apresenta as relacoes estruturais entre os corpos de serpentinito e as suas encaixantes. A analise estrutural foi realizada pela subdivisao da area em dominios homogeneos com relacao as superficies KI e K2. A segunda parte do artigo trata da analise dos dados estruturais de cada dominio delimitado para investigar a natureza das superficies K1 e K2. Estas superficies foram, entao, definidas como superficies conjugadas de cisalhamento direcional desenvolvidas durante a fase D3. Uma analise mais global da deformacao foi realizada na terceira parte, o que permitiu determinar a posicao original da superficie S2 (200-25NW), indicar uma pequena angularidade inicial entre S1 e S2 e sugerir uma relacao cinematica entre o desenvolvimento de cada superficie deformacional. Na quarta parte, e realizada uma ampla discussao no sentido de correlacionar a estrutura regional observada com as estruturas normalmente descritas em zonas de convergencia. A partir disto, foi possivel indicar as superficies direcionais K1 como rampas laterais de uma lâmina de cavalgamento. Estas superficies introduziram uma componente tipo wrench que possivelmente deu origem a uma geometria "em bainha" para a grande nappe F2. Nesse caso, a atual expressao geomorfologica da Inflexao dos Pirineus pode ser vista como o resultado do movimento diferencial da lâmina de cavalgamento. Por fim, foi concluido que os corpos de serpentinito foram envolvidos em todas as fases deformacionais, pois possuem todas as superficies deformacionais identificadas, e a sua estrutura interna e semelhante aquela das rochas encaixantes.

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