Streptococcus spp. EM FARINGOTONSILITE AGUDA RECORRENTE: FREQUÊNCIA E PERFIL DE SUSCEPTIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS
Author(s) -
Carla Afonso da Silva Bitencourt Braga,
Marcos Túlio Silva,
Débora Fontoura Rodrigues,
Leandro Azevedo de Camargo,
Edson Júnior de Melo Fernandes,
Fabiano Santana Moura,
María Claudia André
Publication year - 2015
Publication title -
revista de patologia tropical / journal of tropical pathology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.128
H-Index - 1
eISSN - 1080-8178
pISSN - 0301-0406
DOI - 10.5216/rpt.v44i2.36639
Subject(s) - tonsillitis , streptococcus , microbiology and biotechnology , streptococcus pyogenes , tonsillectomy , medicine , antibiotics , antimicrobial , viridans streptococci , acute tonsillitis , group a , streptococcus pneumoniae , staphylococcus aureus , biology , bacteria , surgery , genetics
v. 44, n.2, p. 24-134. abr./jun. 2015.O objetivo deste trabalho foi determinar a frequência e o perfil de susceptibilidade a antimicrobianosde Streptococcus em faringotonsilite aguda recorrente. Para o estudo foram coletadas tonsilas de122 pacientes com idade entre 3 e 38 anos (66 pacientes do sexo masculino e 56 do sexo feminino)com histórico de faringotonsilite aguda recorrente, associada à hipertrofia tonsilar, e submetidosà tonsilectomia em um hospital escola. Após isolamento e identificação bacteriana, testes deantibiograma foram realizados para determinar o perfil de susceptibilidade a antimicrobianos.Foram isoladas e identificadas 151 amostras bacterianas pertencentes ao gênero Streptococcus.Destas, 41,1% foram identificadas como Streptococcus grupo viridans não hemolítico; 39,1%como Streptococcus grupo viridans a-hemolítico; 7,3% como Streptococcus dos grupos C, F ou G;5,3% como Streptococcus spp. β-hemolítico; 4,6% como Streptococcus spp. não hemolítico; 1,3%como Streptococcus spp. grupo a-hemolítico e 1,3% como Streptococcus β-hemolíticos do grupoA. Observou-se nos testes de antibiograma resistência aos antibióticos β-lactâmicos. É importante omonitoramento da microbiota que coloniza a orofaringe, visto que alguns de seus componentes têmse tornado resistentes aos medicamentos mais utilizados no tratamento das faringotonsilites, o quepode contribuir para os processos de recidiva.The aim of this study was to determine the frequency and the antimicrobial susceptibility profileof Streptococcus spp. obtained from recurrent acute pharyngo-tonsillitis. For this study, tonsilsfrom 122 patients ranging from 3 to 38 years old (66 males and 56 females) were collected. Allpatients had a history of recurrent acute pharyngo-tonsillitis associated with tonsillar hypertrophyand were submitted for tonsillectomy at a teaching hospital. After isolation and identification,antimicrobial susceptibility tests were performed. A hundred and fifty one isolates of Streptococcusspp. were obtained from tonsils, consisting of 41.06% non-hemolytic Streptococcus viridans group,39.07% a-hemolytic Streptococcus viridans group, 7.30% Streptococcus of C, F or G groups, 5.30%β-hemolytic Streptococcus spp., 4.63% non-hemolytic Streptococcus spp., 1.32% a-hemolyticStreptococcus spp. and 1.32% group A β hemolytic Streptococcus. Some of the isolates were resistantto beta-lactamic antibiotics. The study showed that components of the oropharynx microbiotapresented resistance to drugs commonly used to treat pharyngo-tonsillitis infections. Correctdiagnosis would improve treatment and could prevent recurrent infections
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