AVALIAÇÃO DA FRAGILIDADE E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS E ANCIÃS PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO
Author(s) -
Camila Regina Lobato Andrade,
Claudio Bruno Viana Silva,
Dayanne da Mota Ferreira,
Ana Cristina Isackson Segtowick,
Ana Júlia Cunha Brito,
Moisés Costa da Silva,
Josiana Kely Rodrigues Moreira da Silva,
George Alberto da Silva Dias,
Biatriz Araújo Cardoso Dias
Publication year - 2021
Publication title -
revista cpaqv - centro de pesquisas avançadas em qualidade de vida
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2178-7514
DOI - 10.36692/v13n2-05
Subject(s) - gerontology , physical activity , quality of life (healthcare) , psychology , humanities , medicine , art , physical therapy , psychotherapist
Introdução: O envelhecimento no Brasil tem aumentado nos últimos anos. As mudanças que constituem e influenciam o envelhecimento são complexas, podendo tornar o idoso propenso a desenvolver a condição de fragilidade, com consequente alteração na qualidade de vida. Objetivo: Avaliar a fragilidade e qualidade de vida de idosas e anciãs ativas praticantes de exercício físico. Método. Trata-se de um estudo observacional analítico do tipo transversal, que utilizou uma amostra de 29 participantes, apresentando função cognitiva preservada. Foram avaliados a força muscular, velocidade da marcha, fadiga/exaustão, nível de atividade física e perda de peso não intencional e da qualidade de vida por meio do questionário WHOQOL-OLD. Resultado. Observou-se que 79% (23/29) das participantes da pesquisa eram idosas (60 a 74 anos) com média de idade de 65,09±4,06 anos e que 21% (06/29) eram anciãs (75 a 90 anos) com média de 79,00±1,41 anos. Nas facetas autonomia, atividade, participação social, morte, intimidade e consecutivamente na pontuação geral, as anciãs apresentaram uma tendência para melhor qualidade de vida do que as idosas, porém sem significância estatística. Houve correlação entre a qualidade de vida e a energia auto referida das idosas (p=0,02) demostrando que o nível de energia influencia na qualidade de vida, diferentemente do que observado para as anciãs. Conclusão: As idosas e anciãs não apresentaram síndrome da fragilidade e alteração na qualidade de vida.
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