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Avaliação do membro superior pós-acidente vascular encefálico: correlação das escalas Motor Activity Log, Fugl-Meyer e Medida de Independência Funcional
Author(s) -
Sayonara Rodrigues Da Silva,
Luana Augusta Pimenta Bezerra,
Lucivânia de Medeiros Freitas,
Candice Simões Pimenta de Medeiros,
Ênio Walker Azevedo Cacho,
Roberta de Oliveira Cacho
Publication year - 2018
Publication title -
fisioterapia brasil
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2526-9747
pISSN - 1518-9740
DOI - 10.33233/fb.v18i6.2056
Subject(s) - medicine , cardiology , psychology
Objetivo: O objetivo do estudo foi identificar a correlação existente entre as escalas de avaliação do Membro Superior (MS), Motor Activity Log (MAL), Medida de Independência Funcional (MIF) e Escala de desempenho físico de Fugl-Meyer (FM) em indivíduos pós-Acidente Vascular Encefálico (AVE). Métodos: Trata-se de um estudo transversal onde 20 indivíduos com AVE crônico foram avaliados por meio de um questionário sócio-demográfico e com as escalas: Mini Exame do Estado Mental (MEEM), MAL, MIF e FM seção MS (FM-MS). O teste de Correlação de Spearman foi utilizado e adotado significância de 5%. Resultados: Os participantes tinham idade média de 63 anos e 55% eram do gênero masculino. O tempo médio de lesão foi de 5 anos, 65% tinham um evento de AVE e predomínio da lesão no hemicorpo direito. Na categorização do MS observou-se moderada qualidade e quantidade de uso, com comprometimento sensório-motor leve e maior independência funcional. Houve boa correlação da FM-MS com MAL qualitativa e quantitativa (p=0,001), MIF motora (p=0,003) e MIF total (p=0,002); assim como, MIF motora com FM punho (p=0,0001) e FM ombro-braço (p=0,004). Foi identificada forte correlação entre FM-MS coordenação-velocidade com MAL quantitativa e qualitativa (p=0,0001) e entre subcategorias da MAL, FM-MS e MIF individualmente (p=0,0001). Conclusão: As subcategorias das três escalas se complementam e estabelecem uma relação fidedigna para predizer o quadro clínico do paciente pós-AVE, sendo reprodutível a sua utilização integrada na prática clínica para desenvolver diagnóstico fisioterapêutico e cinético-funcional.Palavras-chave: acidente vascular cerebral, extremidade superior, fisioterapia, avaliação da deficiência. 

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