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Colonização por microrganismos em colaboradores da saúde
Author(s) -
Bruna Leticia Pereira,
Anne Caroline Dias Santos,
Johnny Marques Aquino,
Gregório Ribeiro De Andrade Neto,
Árlen Almeida Duarte De Souza,
Bruna Roberta Meira Rios,
Claúdia Danyella Alves Leão,
Sabrina Gonçalves Silva Pereira,
Leila das Graças Siqueira,
Álvaro Parrela Píris
Publication year - 2019
Publication title -
enfermagem brasil
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2526-9720
pISSN - 1678-2410
DOI - 10.33233/eb.v18i2.2115
Subject(s) - acinetobacter , coagulase , staphylococcus aureus , medicine , gynecology , microbiology and biotechnology , staphylococcus , biology , antibiotics , bacteria , genetics
Introdução: As infecções relacionadas ao serviço de saúde são comumente denominadas infecções hospitalares. As Unidades de Terapia Intensivas são unidades onde as infecções hospitalares são frequentes e oferecem alto risco para pacientes, devido à presença de dispositivos invasivos e por estarem imunocomprometidos. Objetivo: Identificar a prevalência dos microrganismos que colonizam os colaboradores da saúde em um Centro de Terapia Intensiva. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo e exploratório, realizado a partir da coleta de swabs estéreis das mãos dos profissionais do centro de terapia intensiva adulto, de um hospital da cidade de Montes Claros/MG. Participaram da pesquisa 23 profissionais, correspondendo a 46% da população total do estudo. Resultados: Foram analisadas 23 amostras, verificando o crescimento de um ou mais microrganismos em cada teste. Os microrganismos encontrados nas mãos dos profissionais do centro de terapia intensiva foram: Staphylococcus sp coagulase negativa (47,8%), Staphylococcus Aureus - MRSA (21,7%), Klebsiella pneunoniae (13,0%), Enterobacter sp (13,0%), Acinetobacter sp (8,7%), Escherichia coli (4,3%) e Staphyloccocus aureus (4,3%). Conclusão: Há a necessidade de implementação de políticas de saúde que impactem na padronização e uso criterioso dos antimicrobianos na prática clínica e a adesão dos profissionais às medidas de prevenção e de controle da cadeia epidemiológica.Palavras-chave: desinfecção, infecção hospitalar, unidade de terapia intensiva. 

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