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A BURGUESIA LATIFUNDISTA NÃO ABRE MÃO DO MONOPÓLIO DA TERRA NO BRASIL: A PERPETUAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA REVELADA PELO CENSO AGROPECUÁRIO 2017
Author(s) -
Claudemir Martins Cosme
Publication year - 2020
Publication title -
pegada - a revista da geografia do trabalho
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1676-3025
pISSN - 1676-1871
DOI - 10.33026/peg.v21i1.7336
Subject(s) - humanities , geography , philosophy
Nesse ensaio, propomo-nos a refletir acerca da continuidade do monopolio da propriedade privada capitalista da terra, no desenvolvimento do agronegocio no campo brasileiro do seculo XXI. Atraves da analise comparativa entre os Censos Agropecuarios 2006 e 2017, demonstraremos a perpetuacao e aprofundamento da concentracao fundiaria, comprovando que a burguesia latifundista no Brasil, uma classe formada pela unificacao no mesmo sujeito social do capital e do latifundio, nao abre mao do controle sobre a terra. Nesse bojo, defenderemos que, em tempos e espacos de mundializacao da agricultura a partir do agronegocio globalizado, onde a ideologia do progresso tecnologico e hegemonica em detrimento da reforma agraria, a concentracao da posse, uso e propriedade da terra em extensos latifundios continua sendo a viga de sustentacao das relacoes de poder, bem como, da dinâmica do capitalismo rentista no territorio brasileiro. PALAVRAS-CHAVE : Estrutura fundiaria. Censo agropecuario. Agronegocio. Renda da terra. Brasil.

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