Efeito de enzimas amilolíticas de Aspergillus Awamori sobre a digestão do amido em bovinos
Author(s) -
P. R. de Freitas,
Cristielle Nunes Souto,
Cirano José Ulhôa,
Reginaldo Nassar Ferreira,
Delma Machado Cantisani Pádua,
Vinícius Santana Mota
Publication year - 2018
Publication title -
revista ciência agrícola
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2447-3383
pISSN - 0103-8699
DOI - 10.28998/rca.v16i3.3183
Subject(s) - aspergillus awamori , chemistry , zoology , microbiology and biotechnology , food science , fermentation , biology
Avaliou-se o efeito de uma solucao de amilase produzida por Aspergillus awamori sobre a digestibilidade in vitro da materia seca (DIVMS) de milho. Foram realizados dois experimentos, onde o primeiro a solucao de enzima amilase foi aplicada por pulverizacao em 24g de milho moido (2 mm) e o segundo a solucao de enzima amilase foi aplicado no fluido ruminal. Os tratamentos foram: controle (0 mL de enzima), 5mL (5 mL de enzima) e 10 mL (10 mL de enzima) para cada experimento. Para a coleta de liquido ruminal foi utilizado um bovino de peso aproximado de 380 kg e o ensaio da DIVMS foi obtido usando a tecnica de rumen artificial adaptada. Para os dois experimentos foi adotado o delineamento inteiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas 3 x 6, com quatro repeticoes (jarros). As parcelas foram constituidas por milho tratado com tres diferentes niveis de enzima e as subparcelas por seis momentos de digestao. Para enzima amilase aplicada no liquido ruminal o resultado de DIVMS para os tres tratamentos nos periodos de 3, 6 e 12 horas nao diferiram estatisticamente entre si. Entre o tratamento controle e 5 mL houve diferenca significativa nos tempos 15’e 1,5 horas. Foi observado maior DIVMS para o tratamento controle, em relacao aos 5 mL, com valores de 54,54% e 49,05, e nao houve diferenca nos tempos 3, 6, 12 e 24 horas (P>0,05). Entre o tratamento controle e o tratamento com 10 mL de enzima nao houve diferenca no tempo 15’ e 24 horas. A DIVMS do controle foi superior a tratamento 10 mL (28,74% e 10,53% respectivamente). A DIVMS foi superior para o tratamento controle, indicando que os niveis de 5 e 10 mL de enzimas injetados no fluido ruminal nao aumentaram a DIVMS (P>0,05). Para amilase aplicada por pulverizacao em 24g de milho moido, no tempo de 15’, observou-se que o tratamento controle e 5 mL nao diferiram estastiticamente (P>0,05). No entanto, o 10 mL de enzima melhorou a DIVMS em 55,54%, quando comparado ao grupo controle. Foi possivel concluir que o tratamento com 5 mL de enzima aumentou a DIVMS em tempos de 3 e 24 horas de incubacao e com a aplicacao de 10 mL de enzima a DIVMS aumentou em todos os tempos de incubacao.
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