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Incidência de tuberculose nas penitenciárias da Paraíba de 2007 a 2014
Author(s) -
Larissa Edilza de Lima,
Alynne Pires Fonsêca,
Polyana Maria Cruz Collaço,
Vivianne Almeida da Nóbrega,
Rayanne Rodrigues Santos
Publication year - 2018
Publication title -
revista interscientia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2317-7217
DOI - 10.26843/interscientia.v6i2.790
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
O aprisionamento de seres humanos e um forte fator de risco para a infeccao pela tuberculose, sendo a incidencia de tuberculose nos presidios 11 a 81 vezes maior que a da populacao em geral, o que se explica por uma combinacao de fatores como diagnostico tardio, tratamento inadequado, superpopulacao, ventilacao precaria e alta taxa de transferencia entre penitenciarias. Desse modo, objetiva-se com esse estudo avaliar a incidencia de tuberculose nos presidios da Paraiba nos anos de 2007 a 2014 e observar se os casos de tuberculose nos presidios do estado seguem a incidencia nacional. Vale destacar que a populacao privada de liberdade tem 28 vezes maior chances de ter tuberculose, onde o atraso no diagnostico relaciona-se a naturalizacao da desassistencia ao sujeito preso o que auxilia na perduracao e permanencia da alta incidencia da doenca. Para realizar esse estudo, foram coletados dados do Departamento de Informatica do Sistema Unico de Saude (DATASUS) e do Levantamento Nacional de Informacoes Penitenciarias (INFOPEN). Como resultados, observou-se a taxa de ocupacao de 140%, o que reflete na saude dos presidiarios. Alem disso, em todo o estado tem-se os presidios como 3o local com maior incidencia de tuberculose, sendo 93% dos casos em homens, 79,3% dos casos na faixa etaria de 20-39 anos, predominantemente pardos e com nivel de escolaridade entre a 1a e a 4a serie do ensino fundamental incompleto. Desse modo, percebe-se que e preciso desenvolver estrategias para diminuir tal incidencia, melhorando a assistencia a saude e vida, com diagnostico precoce e tratamento adequado.

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