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SEEING STUDENTS AS POTENTIAL CO-DEVELOPERS OF FUTURE HEALTHCARE SOLUTIONS PROVOKES AMBIVALENT REACTIONS
Author(s) -
Cathrine Sand Nielsen,
Tina Kramer
Publication year - 2019
Publication title -
revista prâksis
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2448-1939
DOI - 10.25112/rpr.v3i0.1963
Subject(s) - health care , competence (human resources) , healthcare service , sociology , context (archaeology) , ethnography , medical education , empirical research , psychology , knowledge management , public relations , engineering ethics , computer science , medicine , political science , epistemology , engineering , social psychology , paleontology , philosophy , anthropology , law , biology
The development of an efficient and highly specialised healthcare service has meant that patients are moved between units and sectors, and encounter staff from a number of different professions. Scandinavian patients criticise the lack of coherence in such transitions, and politicians are demanding the development of coherent care pathways for patients. This article discusses contradictions inherent in the fact that students are traditionally trained within mono-professional study programmes, even though in the future they will have to be able to create coherent pathways across the professions for patients within the healthcare system. Based on two longitudinal ethnographic studies, and using Critical Theory as a theoretical framework, this article shows how study programmes have the potential to make students co-creators of the healthcare system. These ethnographic studies focus on the profession-oriented learning context, following a specific project entitled ‘InBetween’. InBetween is a collaborative healthcare training project, aiming to develop a course of study to strengthen interprofessional patient-centred skills. In mapping out this field, the research projects explore the development of InBetween and the associated processes of individual, interprofessional and (inter)organisational learning and competence development. Using empirical data as a point of departure, we chart the development of new interprofessional communities of practice across professions, units and sectors. This article shows how communities of supervisors and students manoeuvre among contradictions arising between traditional mono-professionalism and the new interprofessionalism. The key point of this article is how the lack of tolerance of ambivalence in the field poses an obstacle to changes in healthcare. Keywords: Interprofessional education. Healthcare. Interprofessional supervision. Innovative Curriculum. Ethnography. RESUMO O desenvolvimento de um servico de saude eficiente e altamente especializado fez com que os pacientes fossem deslocados entre unidades e setores e encontrassem funcionarios de varias profissoes diferentes. Os pacientes escandinavos criticam a falta de coerencia em tais transicoes e os politicos estao exigindo o desenvolvimento de caminhos coerentes de atendimento para os pacientes. Este artigo discute as contradicoes inerentes ao fato de os estudantes serem tradicionalmente treinados em programas de estudo monoprofissionais, embora, no futuro, eles tenham que ser capazes de criar caminhos coerentes entre as profissoes para os pacientes no sistema de saude. Com base em dois estudos etnograficos longitudinais e usando a Teoria Critica como referencial teorico, este artigo mostra como os programas de estudo tem o potencial de tornar os alunos co-criadores do sistema de saude. Esses estudos etnograficos se concentram no contexto de aprendizado orientado para a profissao, seguindo um projeto especifico intitulado "InBetween". O InBetween e um projeto colaborativo de treinamento em saude, com o objetivo de desenvolver um curso de estudo para fortalecer as habilidades interprofissionais centradas no paciente. Ao mapear esse campo, os projetos de pesquisa exploram o desenvolvimento do InBetween e os processos associados de aprendizado individual, interprofissional e (inter) organizacional e desenvolvimento de competencias. Utilizando dados empiricos como ponto de partida, tracamos o desenvolvimento de novas comunidades de pratica interprofissionais entre profissoes, unidades e setores. Este artigo mostra como as comunidades de supervisores e estudantes lidam com as contradicoes que surgem entre o monoprofissionalismo tradicional e o novo interprofissionalismo. O ponto principal deste artigo e como a falta de tolerância a ambivalencia no campo coloca um obstaculo as mudancas na area da saude. Palavras-chave: Educacao interprofissional. Cuidados de saude. Supervisao interprofissional. Curriculo Inovador. Etnografia.

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