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AVALIAÇÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO INDUZIDO PELO CONTATO PREMATURO UNILATERAL POSTERIOR NA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR DE RATOS.
Author(s) -
Caio Augusto Hashizume,
Juliana Trindade ClementeNapimoga
Publication year - 2016
Publication title -
anais do congresso de iniciação científica da unicamp
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
ISSN - 2447-5114
DOI - 10.19146/pibic-2016-51661
Subject(s) - medicine , orthodontics
Resumo Interferências oclusais têm sido consideradas fatores predisponentes e/ou perpetuadores das disfunções temporomandibulares (DTMs). Dentro deste contexto, este estudo tem como objetivo avaliar hiperalgesia inflamatória decorrente da alteração oclusal na ATM de ratos através de análises comportamentais. Para este estudo foram utilizados ratos machos Wistar (± 150 g, n= 4-6/grupo, protocolo aprovado pela Comissão de Ética no Uso de Animais #4001-1 da FOP/UNICAMP) que foram anestesiados por via intramuscular e posicionados em um dispositivo para possibilitar a abertura bucal para a cimentação (cimento resinoso) de coroas metálicas fundidas de 0,4 mm ou 0,7 mm de espessura, recobrindo todas as faces do primeiro molar inferior direito com exceção da face distal, permitindo a adaptação da coroa ao dente. Após o período de 21 ou 28 dias da instalação das coroas, os animais foram submetidos a um teste comportamental e avaliados através da resposta nociceptiva induzida por formalina 0,5% (dose sublimiar) na região ATM. Os grupos de animais em que não foi realizada a instalação das coroas foram denominados “controle”. Os resultados demonstraram que, nos animais em que houve instalação das coroas e, portanto, interferência oclusal, o comportamento nociceptivo induzido pela formalina 0,5 % na ATM foi significativamente maior comparado ao dos grupos controles (P<0,05: ANOVA, Teste de Tukey), independente do período em que foram submetidos à interferência. No entanto, os animais com coroas de 0,7 mm apresentaram uma resposta nociceptiva maior quando comparada à dos animais com coroas de 0,4 mm (P<0,05: ANOVA, Teste de Tukey). Esses resultados sugerem que alterações oclusais são fatores predisponentes da hiperalgesia inflamatória na ATM, e que a hiperalgesia desenvolvida nesta região é diretamente proporcional à altura da interferência oclusal.

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