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Adaptação ao cultivo de oregão (Origanum vulgare L.) na região de Elvas
Author(s) -
Orlanda Póvoa,
N. Farinha,
C. Claré
Publication year - 2017
Publication title -
revista de ciências agrárias
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2183-041X
pISSN - 0871-018X
DOI - 10.19084/rca16182
Subject(s) - cutting , biology , horticulture , germination , inflorescence , origanum , plant propagation , habit , vegetative reproduction , botany , essential oil , psychology , psychotherapist
A especie Origanum vulgare L. e utilizada como planta aromatica, condimentar e medicinal, existindo em estado silvestre no Alentejo. O seu cultivo, de forma sustentavel, devera contribuir para reduzir a erosao genetica provocada pela colheita na natureza. O principal objetivo do trabalho foi responder a solicitacao de um agricultor da regiao de Elvas, focando-se na avaliacao da adaptacao ao cultivo de seis acessos, tres de origem silvestre (OV1 de Vila Fernando, OV2 de Estremoz, OV3 de Vila Boim), as restantes tres de origem comercial (OVT1, OVT2, OVT3). Efetuou-se propagacao vegetativa para os tres acessos silvestres e propagacao seminal para as 3 entradas comerciais. Utilizando material de OV2, foi feito um ensaio de propagacao vegetativa em que se testou a sobrevivencia e o crescimento das estacas terminais, subterminais e basais. Foi efetuado um teste de germinacao as sementes dos acessos comerciais, assim como as sementes dos acessos silvestres (colhidas na natureza e cultivadas), a 20oC com fotoperiodo de 12 h. Para a caraterizacao dos acessos utilizaram-se os seguintes descritores: data da floracao; comprimento, largura e cor da folha basal; habito de crescimento; largura e altura da planta; comprimento do caule principal, comprimento e largura da inflorescencia terminal, comprimento e largura do caule com flor, biomassa da planta (verde e seca). No ensaio das estacas, sobreviveram melhor as estacas subterminais (com 83,8%), sendo significativamente superiores as estacas basais (56,8%). No ensaio de germinacao, os resultados variaram de 69,5 a 92%, com diferencas significativas entre as sementes comerciais e as sementes dos acessos silvestres apos cultivo. Na caraterizacao, verificaram-se diferencas significativas entre os acessos silvestres apenas na data da floracao. O acesso mais precoce foi OV1 e o mais tardio foi OV2. A diferenca entre as datas de floracao destes acessos foi de 13 dias. O trabalho forneceu dados uteis ao agricultor para o cultivo do oregao na sua exploracao, mas o estudo deve ser continuado.

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