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THE SUPERVISION RELATIONSHIP IN PSYCHOTHERAPISTS
Author(s) -
João Serra de Almeida,
António Pires,
Joaquím M. Oliveira
Publication year - 2018
Publication title -
psicologia saúde and doenças
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2182-8407
pISSN - 1645-0086
DOI - 10.15309/18psd190111
Subject(s) - psychology
The supervision has come to be studied with increased intensity throughout the last twenty years, however, the relation in supervision between supervisor and supervisee, namely its dimensions, have been little studied in psychotherapists. It is intended to study the relational dimensions Opening, Challenge, Structure, Safe Base, Reflexive Education and Support of the relation. An online questionnaire was answered by 229 Portuguese and Brazilian citizens with formation in psychotherapy. The descriptive analysis of some of the data (regarding the relational dimensions) has been done, confirmatory internal validity, with referring convergent validity to the dimensions of the scales. With the confirmatory internal validity it has been discover that there is no big differences between the original model and the present model, with the exception of the exclusion of the item 4 from S-SRQ scale. In other side, it has been found that the two scales converge by the application of them in the context of different aspects of the relation of the supervisor and the supervisee. Key-words: Psychotherapy, supervision, relationship Recebido em 30 de Setembro de 2017/ Aceite em 31 de Dezembro de 2017 Rua Jardim do Tabaco, No74, Lisboa. e-mail: joaoalmeida_93@hotmail.com RELAÇÃO DE SUPERVISÃO EM PSICOTERAPEUTAS A supervisão tem vindo a ser considerada fundamental ao longo da carreira do psicoterapeuta, visando responder às necessidades emergentes do ponto de vista clínico, educacional e social do psicoterapeuta (Vec, Vec, & Zorga, 2014). É, igualmente, considerada um requisito nas mais variadas sociedades de psicoterapia (Kernberg, 2008). Os modelos de supervisão formulados (Rodrigues da Silva, 2007) têm feito uma demarcação clara do papel da supervisão e do supervisor mas não da relação entre supervisor e supervisando. Já Watkins e Milne (2014), referem que os modelos usuais, que visam explicar a relação de supervisão, vêm a ser entendidos enquanto partes explicativas da dimensão da relação em supervisão de psicoterapeutas. Neste sentido, surge a lógica do modelo de Bordin (1983) e do modelo de Holloway (2014), os quais visam inserir-se na dimensão estrutura de Cliffe, Beinart, e Cooper (2016), os modelos da vinculação (Watkins & Milne, 2014), o modelo da relação real (Watkins & Milne, 2014) e a lógica dos factores comuns (Fernàndez-Alvarez, 2015). Tende a surgir um modelo empírico onde se conceptualizam dimensões relacionais. A base do referido modelo vem a consistir numa investigação qualitativa, que partindo do modelo de Bordin (1983) e de Holloway (2014), vem mover Beinart, (2014) a encontrar nove dimensões. Por sua vez, Palomo, Beinart, e Cooper (2010) utilizou o modelo obtido por Beinart, (2014) de forma a conceptualizar um instrumento de medida da relação de supervisão sob o ponto de vista do supervisando (SRQ). Numa redução do instrumento (SRQ), Cliffe et al., (2016) conceptualiza o instrumento S-SRQ, onde obtém as dimensões base segura, educação reflexiva e estrutura. A partir da análise sistemática da literatura, Lizzio, Wilson, e Que, (2009) conceptualizam, o instrumento Supervisor Relating Style Inventory (SRSI) obtendo as dimensões, abertura, suporte e desafio. Ora, em acordo com Tangen e Borders (2016) as escalas de Cliffe et al. (2016) e Lizzio et al. (2009) serão as mais indicadas à medição dos processos/dimensões relacionais do ponto de vista do supervisando, que no presente estudo, serão generalizadas à amostra única de psicoterapeutas. Como tal, a pertinência do estudo debate-se à validação de ambas as escalas à população luso-brasileira, podendo veicular investigação em torno da limitação apontada a ambas as escalas no que toca à homogeneidade da população, análise da convergência entre ambas as escalas e falta da análise da validade interna por análise factorial confirmatória e validade concorrente entre dimensões relacionais.

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