Já é alvorada, irmã da manhã: o canto de esperança do sambista
Author(s) -
Guilherme Primo de Mendonça,
Marilu Martens Oliveira,
Maurício César Me,
Evandro Melo Catelão
Publication year - 2018
Publication title -
a cor das letras
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2594-9675
pISSN - 1415-8973
DOI - 10.13102/cl.v19i1.1860
Subject(s) - humanities , philosophy , art
Neste artigo, estudamos os termos como aurora e alvorada inscritos em letras de samba , uma vez que entendemos que representam o canto de esperanca do cantautor do morro. A fim de analisarmos as letras sob as perspectivas do real e nao real, apoiamo-nos nas pesquisas de Coelho (1984), Bachelard (1988; 2008), Chevalier e Gheerbrant (1988), Bloch (2005), Romanelli (2015), Chaui (2016), Mattuella (2016) e Viera (2017). Fazem parte da analise, ainda, os processos de construcao do cenario onde habitam os compositores das cancoes, assim como os de romantizacao do samba. Lancamos mao, pois, da obra de Vianna (1995), quando traz a tona o misterio do samba; Dantas (1988), que postula as relacoes entre o estetico e o social; Benchimol (1992), por descrever a formacao e proliferacao dos suburbios e Galvao (2017), posto que discute a idealizacao do suburbano. O samba nos possibilita compreender os desejos que cercam o sujeito do morro e de saltarmos junto dele para o que ainda nao emergiu, mas que ja foi idealizado.
Accelerating Research
Robert Robinson Avenue,
Oxford Science Park, Oxford
OX4 4GP, United Kingdom
Address
John Eccles HouseRobert Robinson Avenue,
Oxford Science Park, Oxford
OX4 4GP, United Kingdom