Trailing behind: Limitations on transcatheter aortic valve implantation in Portugal
Author(s) -
Rui Campante Teles
Publication year - 2013
Publication title -
revista portuguesa de cardiologia (english edition)
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2174-2049
DOI - 10.1016/j.repce.2013.03.007
Subject(s) - medicine , gynecology , humanities , philosophy
As valvulas aorticas percutâneas (VAP) transcateter constituem uma inovacao terapeutica sem paralelo na ultima decada cardiologica. Desde a primeira valvula desenvolvida por Andersen em 1989 passaram duas decadas ate ao primeiro estudo aleatorizado. Aos 24 meses de seguimento observou-se um decrescimo absoluto de mortalidade de 51% sob terapeutica medica para 31% apos implantacao de VAP1--4. Apos a primeira implantacao humana por Cribier em 2002, Webb introduziu a via retrograda em 2005 e Walther a via transapical em 2006, verificando-se um crescimento meteorico da tecnica desde entao5--7. Este rapido progresso permitiu alcancar uma mortalidade aos 30 dias situada entre os 6,5 e os 9,7%8--10, ainda em trajetoria descendente, traduzida igualmente em ganhos significativos na qualidade de vida11,12. Na Europa ha assimetrias consideraveis no acesso ao tratamento transcateter desta patologia grave, com destaque para a realidade portuguesa13,14. A prevalencia da estenose aortica aumenta com a idade, pelo que, considerando uma prevalencia de 3,4% de estenose aortica nos 924 000 portugueses com mais de 75 anos, havera cerca de 32 000 portadores de estenose grave, sendo 75% sintomaticos (n = 24 000)15. Admitindo que sao elegiveis para VAP cerca de 40% dos doentes considerados inoperaveis e 80% dos doentes de alto risco, conclui-se que existem 4600 individuos
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