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Revascularização multivaso na síndrome coronária aguda sem supradesnivelamento do segmento ST: deve ser a regra em todos os doentes?
Author(s) -
José Santos
Publication year - 2018
Publication title -
revista portuguesa de cardiologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.266
H-Index - 26
eISSN - 2174-2030
pISSN - 0870-2551
DOI - 10.1016/j.repc.2018.01.008
Subject(s) - medicine
Nos doentes com síndrome coronária aguda sem supradesnivelamento do segmento ST (SCAsSST), em especial quando o risco de eventos é intermédio ou elevado, a estratégia invasiva é usada de forma crescente1,2. No caso de confirmada a presença de doença coronária obstrutiva, a revascularização coronária reduz a mortalidade e o risco de eventos não fatais1. Cerca de 50% dos doentes com SCAsSST apresentam doença multivaso, pelo que o tipo e forma de revascularização podem obrigar a um processo de decisão individualizado, inclusive uma discussão em Heart Team1,3. Uma das questões que se colocam à equipa responsável é se a revascularização dos doentes com SCAsSST e doença multivaso deve ser incompleta (apenas da artéria responsável pelo enfarte) ou completa e nesse caso se deve ser feita no mesmo procedimento ou em procedimentos subsequentes. Existe evidência crescente de que nos doentes com enfarte agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST a revascularização multivaso, inclusive das lesões não

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