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Polineuropatia amiloidótica familiar, desnervação simpática e transplante hepático
Author(s) -
Maria João Ferreira
Publication year - 2017
Publication title -
revista portuguesa de cardiologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.266
H-Index - 26
eISSN - 2174-2030
pISSN - 0870-2551
DOI - 10.1016/j.repc.2017.03.001
Subject(s) - combinatorics , mathematics
A amiloidose, nas suas várias formas, caracteriza-se pela deposição extracelular de substância amiloide, tratando-se esta de um material fibrilar, que deriva de várias proteínas precursoras que se agregam assumindo uma conformação característica, insolúvel e não funcional. A infiltração amiloide nos vários órgãos traduz-se pela sua falência, sendo a amiloidose cardíaca uma causa major de morte1. Existem formas hereditárias e adquiridas da doença, cujo denominador comum é a exposição prolongada a uma proteína anormal ou a uma proteína normal existente em quantidade excessiva. São conhecidas mais de 30 proteínas precursoras de amiloidose2, sendo as mais frequentes a cadeia leve de imunoglobulina, a amiloide sérica A, a forma selvagem da transtirretina, e as formas mutantes da transtirretina, da apolipoproteína A1 e da cadeia alfa do fibrinogénio3. As formas mutantes da transtirretina causam o tipo mais comum de amiloidose sistémica hereditária, de transmissão autossómica dominante: a polineuropatia amiloidótica familiar (PAF)4. A transtirretina é uma proteína de transporte plasmático sintetizada pelo fígado. Na PAF ocorre uma mutação no gene que a codifica, sendo a Val30Met responsável por cerca de 50% dos casos desta doença. Clinicamente,

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