A era dos novos anticoagulantes orais em Portugal
Author(s) -
Daniel Caldeira,
Joaquim J. Ferreira,
Fausto J. Pinto
Publication year - 2017
Publication title -
revista portuguesa de cardiologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.266
H-Index - 26
eISSN - 2174-2030
pISSN - 0870-2551
DOI - 10.1016/j.repc.2016.12.012
Subject(s) - computer science , medicine
Lemos com muito interesse o estudo HIPOGAIA1, que, durante o ano de 2014, avaliou 479 doentes com fibrilhação auricular não-valvular anticoagulados com antagonistas da vitamina K (AVK) e que revelou um padrão de controlo da farmacodinâmica destes fármacos de grau moderado, com um Time in Therapeutic Range (TTR) médio de 67,4%, com cerca de um terço dos doentes (35,4%) a apresentarem um padrão de controlo inadequado (TTR médio < 60%), nos cuidados de saúde primários. Os resultados são interessantes, contudo, parece-nos importante uma contextualização, tendo em conta a evolução do padrão de prescrição dos anticoagulantes orais em Portugal, particularmente com os novos anticoagulantes orais (Non-vitamin K antagonists oral anticoagulants [NOAC]).
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