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Transposição de grandes vasos congenitamente corrigida e endocardite de eletrocateter
Author(s) -
Gonçalo Cardoso,
João Abecasis,
Regina Ribeiras,
Diogo Cavaco,
Maria João Andrade,
Miguel Mendes
Publication year - 2014
Publication title -
revista portuguesa de cardiologia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.266
H-Index - 26
eISSN - 2174-2030
pISSN - 0870-2551
DOI - 10.1016/j.repc.2014.02.003
Subject(s) - medicine , gynecology
Homem 56 anos, referenciado ao nosso serviço em 1978, com o diagnóstico de cardiopatia congénita não cianótica operada: encerramento de comunicações interventricular (CIV) e interauricular (CIA) associado a correção de estenose valvular pulmonar. A radiografia do tórax mostrava mesocárdia. A partir de 1992 verificaram-se sintomas/sinais de insuficiência cardíaca, com sopro sistólico no bordo esternal esquerdo. Nos ecocardiogramas transtorácicos (ETT) seriados detetava-se CIV residual alta, tendo uma ressonância magnética cardíaca (RM), em 1999, colocado o diagnóstico de transposição das grandes artérias sem presença de CIV/CIA. Em 2005, foi-lhe implantado um cardioversor desfibrilhador (CDI) por taquicardia ventricular sincopal (Figura 1). Em 2011, foi internado no Luxemburgo por quadro febril, cefaleias, náuseas e alterações neurológicas não focais (estado estuporoso). Uma TAC-CE mostrou um abcesso cerebral na região frontal mediana esquerda e o ecocardiograma transesofágico (ETE) identificou vegetações no eletrocateter. Apresentava hemoculturas positivas para Streptococcus constellatus e Micromonas micros.

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