RECONSTRUÇÃO PERINEAL COM ESFINCTEROPLASTIA EM OVERLAP APÓS TRAUMATISMO POR PARTO VAGINAL
Author(s) -
Shirlane Frutuoso Malheiros,
Jessica Montenegro Pontes,
Leticia Aires Benjamin,
Silvana Serra Alvim Ribeiro,
Alisson Cordeiro Moreira,
Pedro Eduardo de Oliveira Cartaxo
Publication year - 2018
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2018.08.161
Subject(s) - medicine , gynecology , obstetrics
Objetivo: Identificar o manejo das queixas proctológicas mais comuns das gestantes e das puérperas no período estudado. Método: Utilizou-se a pesquisa de campo com abordagem qualitativa e quantitativa, de caráter descritivo e exploratório. O público alvo foram gestantes e puérperas atendidas no Hospital Materno Infantil Tia Dedé, em Porto Nacional (TO), no período entre 21/05/2018 e 09/06/2018. Os dados foram coletados por entrevista com o auxílio de um questionário. Resultados preliminares: Foram entrevistadas 123 pacientes, das quais 66 eram gestantes e 57 puérperas. 7 pacientes (5,6%) nunca tiveram quaisquer sintomas/sinais do trato gastrointestinal e 19 (15,4%) referiram sintomas proctológicos, sendo que várias responderam com mais de uma queixa. 11 (57,9%) pacientes relataram dor anal durante a gestação e apenas uma paciente no puerpério. Além disso, 10 pacientes (52,6%) relataram sangramento anal durante a gestação e 4 (21%) durante o puerpério. A queixa de prurido anal foi referida por 7 (36,8%) pacientes durante a gestação e por 2 durante o puerpério. 5 (26,3%) pacientes referiram nódulos em região anal durante a gestação, enquanto apenas uma durante o puerpério. A maioria 32,5% (40) das pacientes procuraram a Unidade Básica de Saúde (UBS), das quais 24 (60%) foram examinadas, 22 por médicos e duas pela enfermagem. 27,6% se automedicaram. Duas pacientes (1,6%) procuraram atendimento ginecológico. Conclusão: A queixa proctológica mais comum foi dor anal e a maioria das pacientes procuraram atendimento em UBS. Parcela significativa das pacientes entrevistadas optaram por automedicação, seja por preconceito ou incompreensão da importância das afecções coloproctológicas. Infelizmente um número importante de pacientes não foi examinado por nenhum profissional de saúde, mesmo o exame físico sendo imprescindível para a determinação da conduta coloproctológica adequada.
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