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RESSECÇÃO DE CORDOMA SACRAL E RECONSTRUÇÃO COM ROTAÇÃO DE RETALHO MIOCUTÂNEO ABDOMINAL. UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR
Author(s) -
Luana Bringhenti,
Johanna Johann,
Tatiana Mie Masuko,
Luciele Zibeti Alberton,
G Wagner,
Marcos Guilherme Tibes Pauletti
Publication year - 2018
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2018.08.098
Subject(s) - medicine , gynecology
íleo terminal é o local com acometimento mais frequente, provavelmente devido aos colonoscopistas cada vez mais serem criteriosos para chegar ao íleo terminal com o aparelho. Relato de caso: A.A.M.P., gênero feminino, 47 anos, natural de rancharia e procedente de Jundiaí, procura atendimento médico com queixa de piora da dor abdominal há 15 dias; relatava que dor abdominal iniciou há dois anos, era difusa, intermitente com cessação da dor espontânea até que há dois meses teve piora do quadro álgico, associado apresentava após alimentação fezes explosivas e amolecidas com tremores e lipotimia principalmente após alimentos gordurosos. Ao exame físico apresentava-se estável hemodinamicamente, abdome flácido, pouco doloroso a palpação, DB negativo, ruídos hidroaéreos presentes. Submetida a colonoscopia no qual foi evidenciado lesão em íleo terminal de aspecto polipoide, de pedículo largo, ulcerado, friável e móvel, tentativa de polipectomia sem sucesso, realizado apenas biópsia da lesão, apresentava também pólipo séssil de 2 mm, móvel no qual foi realizado a polipectomia. O exame histopatológico da biópsia do íleo revelou: tumor neuroendócrino grau 1 (NET G1, WHO 2010). Submetida a Laparotomia exploradora, realizado colectomia direita ampliada com ileotransverso anastomose mecânica latero lateral mais linfadenectomia. Anatomo patológico da peça: íleo terminal sem lesões residuais, metástase em 1/8 dos linfonodos examinados.pT0N1a. Discussão: Os tumores neuroendócrinos são de diagnóstico difícil, principalmente devido aos sintomas serem frustros, como dor abdominal inespecífica. O tratamento é quase sempre cirúrgico e a quimioterapia adjuvante depende se existe presença de metastase. As metástases não são frequentes neste tipo de tumor, a taxa seria de 1 em 30,000 e os locais mais acometidos são: fígado, pulmão e mesentério. A sobrevida varia de 13 meses quando metastática podendo chegar a 10 anos.

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