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ESTUDO PROSPECTIVO RANDOMIZADO ENTRE O EMPREGO DO AGENTE DE PREENCHIMENTO EXANTIA ® E A TERAPIA DE ELETROESTIMULAÇÃO ENDOANAL EM PORTADORES DE INCONTINÊNCIA ANAL LEVE OU MODERADA
Author(s) -
Rodrigo Ambar Pinto,
Isaac José Felippe Corrêa Neto,
José Márcio Neves Jorge,
Marília Fernandes,
Leonardo Alfonso Bustamente Lopez,
Ivan Cecconello,
Sérgio Carlos Nahas
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.396
Subject(s) - medicine
Objetivo: Apresentar a casuística em curto e longo prazo de pacientes incontinentes submetidos a esfincteroplastia anal dos últimos 10 anos em um hospital de ensino especializado. Métodos: Feito levantamento retrospectivo dos pacientes submetidos a esfincteroplastia anal no serviço de cirurgia colorretal do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo entre janeiro de 2004 e fevereiro de 2014. Avaliados os dados pré-operatórios, como antecedentes obstétricos, causa da incontinência fecal e escore de incontinência de Cleveland Clinic Florida (CCF). Todos os pacientes foram submetidos a manometria anorretal e ultrassom endoanal pré-operatórios. A esfincteroplastia foi associada a perineoplastia nos casos de defeito perineal completo com afilamento importante do corpo perineal. No período pós-operatório foram avaliadas as complicações imediatas, recuperação da incontinência através do escore de CCF e os casos de recidiva de sintomas. Resultados: Foram analisados dados de 51 pacientes submetidos a esfincteroplastia anal, 78,4% do sexo feminino. A média foi de 48,73 anos (18-84) e em 63% a causa foi dano obstétrico. O tempo médio de seguimento foi de 55,5 meses (17-138) e o tempo de sintoma previamente à cirurgia foi em média de 12,5 anos. O índice de incontinência anal no pré-operatório foi em média de 12,81 e no pós-operatório de 7,1. Com relação à qualidade de vida no pós-operatório, 75% se demonstraram satisfeitos, 60% fariam novamente a cirurgia e 50% classificaram a qualidade de vida como boa, muito boa ou excelente. Conclusões: A esfincteroplastia anal mostrou-se segura e efetiva para o controle da incontinência fecal associada a defeito esfincteriano, com melhoria dos sintomas de escape de fezes e flatos e da qualidade de vida.

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