A OBESIDADE REPRESENTA UM FATOR DE RISCO PARA AUMENTO DOS DISTÚRBIOS DO ASSOALHO PÉLVICO?
Author(s) -
Doryane Maria dos Reis Lima,
Gustavo Kurachi,
Dayanne Alba Chiumento,
Bárbara Pereira de Lara,
Karina Corrêa Ebrahim,
Marcieli Schuster,
Univaldo Etsuo Sagae
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.394
Subject(s) - medicine
Resultados: Foram atendidos 23 pacientes, 21 (91,3%) do sexo feminino. A média foi de 63,6 (± 12,0) anos. Os pacientes foram submetidos a uma média de 15,4 sessões de fisioterapia durante esse período. Na análise do II-CCF antes do tratamento a média foi de 12,7 (± 4,4) e após o tratamento foi de 5,6 (± 4,5). A população estudada apresentou em média ganho de 43,9% da continência anal perfeita, de acordo com os resultados iniciais e finais relacionados à gravidade da incontinência. Conclusões: A fisioterapia do assoalho pélvico em pacientes incontinentes mostrou-se efetiva e imprescindível, uma vez que favorece a melhoria da disfunção em período aceitável, reduzi a necessidade de abordagens de maior porte, como as cirúrgicas.
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