z-logo
open-access-imgOpen Access
CONTRIBUIÇÃO DO ULTRASSOM ENDOANAL 3 D NA AVALIAÇÃO DA FÍSTULA ANAL
Author(s) -
Eduardo de Paula Vieira,
Bruna Vasconcellos Guimarães,
Ricardo Rosa,
Edna Delabio Ferraz,
Rosane Louzada Machado,
Lucas Perello de Azevedo,
João de Aguiar Pupo Neto
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.372
Subject(s) - medicine
50] anos). Das 44 (81,4%) fístulas transesfinctéricas, 36 (81,8%) eram homens e oito (18,2%) mulheres. Das 10 (18,6%) fístulas interesfinctéricas, oito (80%) eram homens e dois (20%) eram mulheres. A concordância entre a US-3D e os achados cirúrgicos para o tipo de fístula, trajeto e a posição do orifício interno foi de 100%. Dos 54 pacientes, 35 (64,8%) apresentavam OE (orifício externo) com menos de 3 cm da margem anal, 7/35 (20%) foram classificados como fístula interesfinctérica anterior e 85,7% drenavam para mesma cripta; 17/35 (48,5%) eram fístula transesfinctérica posterior e 88,2% drenavam às 6 h; 10/35 (28,5%) foram classificadas como fístula transesfinctérica anterior (30% drenavam na mesma cripta). Um (3%) foi classificada como fístula interesfinctérica posterior e drenou às 6 h. Conclusão: Os achados ultrassonográficos têm excelente correlação com os cirúrgicos. A regra de Goodsall não teve boa correlação nas fístulas transesfinctéricas anteriores.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here
Accelerating Research

Address

John Eccles House
Robert Robinson Avenue,
Oxford Science Park, Oxford
OX4 4GP, United Kingdom