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RELAÇÃO ENTRE A RAZÃO DE LINFONODOS COMPROMETIDOS, VARIÁVEIS ANATOMOPATOLÓGICAS E CLÍNICAS EM PORTADORES DE CÂNCER DE RETO SUBMETIDOS OU NÃO A TRATAMENTO NEOADJUVANTE
Author(s) -
Laura Credidio,
Carlos Augusto Real Martinez,
Felipe Osório Costa,
Daniéla Oliveira Magro,
Rita Barbosa de Carvalho,
Maria de Lourdes Setsuko Ayrizono,
Cláudio Saddy Rodrigues Coy
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.305
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: O câncer colorretal (CCR) é a terceira causa de morte por câncer no mundo. Cerca de 85% dos casos são esporádicos. A via da síntese translesão (TLS) é uma via de tolerância a dano ao DNA, sujeita a erro e que pode levar a maior instabilidade genômica, pode estar ligada a carcinogênese colorretal. Acredita-se que TLS pode influenciar a agressividade colorretal. A compreensão do perfil de TLS nesses tumores poderá servir para a proposição de marcadores moleculares e diagnósticos. Objetivo: Avaliar a expressão gênica e proteica de proteínas envolvidas em TLS e no reparo de malpareamento (MMR) em amostras tumorais de adenocarcinomas colorretais. Metodologia: Amostras de adenocarcinomas colorretais ressecadas pareadas com mucosas intestinais foram submetidas à quantificação da expressão gênica dos genes Pol , Pol e Pol através de qRT-PCR Array. Imuno-histoquímica avaliou a expressão proteica das polimerases TLS e de MLH1, do MMR para definir a presença de instabilidade de microssatélites. Os dados moleculares foram correlacionados com as variáveis clínicas e com os critérios atuais de estadiamento. Resultados: Transcritos e produtos proteicos de Pol e Pol estão elevados nos tumores colorretais em comparação com o tecido normal. Essa superexpressão está associada a piores características de prognóstico (pouca diferenciação celular, invasão linfática e metástase linfonodal). Níveis de mRNA de Pol não apresentaram diferença significativa, mas os mais elevados também foram associados a características de pior prognóstico (idade e invasividade tumoral). Nenhuma associação entre as polimerases TLS e o status de MMR foi encontrada. Conclusão: Alterações na expressão das polimerases TLS podem ter um papel na agressividade tumoral colorretal. Portanto, as polimerases TLS parecem ser boas candidatas a biomarcadores prognósticos dessa doença. No entanto, é fundamental o entendimento da influência delas no CCR, se são parte da etiologia ou um efeito de seu desenvolvimento.

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