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ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA E ENDOSCÓPICA TRANSANAL PARA O TRATAMENTO DE NEOPLASIA DE RETO INFERIOR COM O PACIENTE EM POSIÇÃO DE CANIVETE
Author(s) -
Hélio Moreira Júnior,
Luís Gustavo Capochin Romagnolo,
Raniere Rodrigues Isaac,
José Paulo Teixeira Moreira,
Marcos Antônio de Souza Júnior,
Valesca de Souza Ueoka
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.290
Subject(s) - medicine , pica (typography) , art , visual arts
Introdução: O prolapso retal representa condição mórbida com múltiplas abordagens descritas para seu tratamento cirúrgico, apresenta taxas de recorrências significativas. A retopexia ventral laparoscópica é uma técnica abdominal recentemente descrita que possibilita a correção dos compartimentos pélvicos posterior e médio e possibilita o tratamento de retocele associada. No presente vídeo, demonstramos a feitura de uma retopexia ventral, com promontofixação através de tela de polipropileno. Descrição do caso: Paciente, com 61 anos, queixava-se de prolapso retal à evacuação havia dois anos, de aproximadamente 10 cm, com redução espontânea, associado a secreção anal e prurido. História pregressa de colecistectomia laparoscópica e o antecedente gineco-obstétrico é descrito como um parto vaginal não complicado. Colonoscopia não identificou alterações e manometria apontou pressões esfincteriana internas e externas reduzidas. Paciente foi submetida a retopexia ventral laparoscópica, usou-se tela de propileno não absorvível para promontofixação, sem intercorrências maiores. Segue em acompanhamento ambulatorial, com melhoria sintomática e sem evidências de recorrência após seis meses do procedimento. Discussão: A cirurgia para prolapso retal objetiva a correção do defeito anatômico e melhoria de possíveis distúrbios associados como incontinência ou constipação. A retopexia ventral laparoscópica tem se tornado o procedimento padrão à medida que é capaz de tratar outros distúrbios do assoalho pélvico associados, como a retocele. Apresenta ainda baixas taxas de conversão e recorrência estimadas em 8,2% em 10 anos. A uso de material não absorvível é possível, uma vez que não está associado a maiores complicações. Conclusão: A retopexia ventral laparoscópica representa um método seguro e factível na correção de distúrbios do assoalho pélvico, como prolapso retal, apresenta desfechos favoráveis em longo prazo, com complicações cirúrgicas mínimas.

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