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TRATAMENTO CIRÚRGICO DE INCONTINÊNCIA ANAL – RECONSTRUÇÃO TOTAL DO PERÍNEO ATRAVÉS DE ESFINCTEROPLASTIA ASSOCIADA A PERINEOPLASTIA
Author(s) -
Rodrigo Ambar Pinto,
Thaís Villela Peterson,
Cíntia Mayumi Sakurai Kimura,
Rafael Vaz Pandini,
Aline Mendes Paiva,
Sérgio Carlos Nahas,
Ivan Ceconello
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.288
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: A retopexia anterior, proposta por Loygue nos anos 1980, foi adaptada para videolaparoscopia. Sua difusão para o tratamento da procidência retal aumentou por apresentar menores índices de lesão nervosa do plexo hipogástrico, consequentemente menos constipação a partir do procedimento. Isso motivou seu uso para o manejo também da evacuação obstruída. Objetivo: Demonstrar a técnica de retopexia anterior com tela laparoscópica para o manejo de caso complexo de retocele recidivada associada a obstrução evacuatória. Método: Paciente de 37 anos com queixa de esforço evacuatório excessivo com evacuação incompleta e necessidade de manobras digitais vaginais e anais, além de duchas higiênicas para o esvaziamento da ampola retal. Antecedentes pessoais: quatro partos vaginais e três tentativas de correção de retocele, duas por via perineal com tela absorvível e uma transanal com grampeador mecânico. A videodefecografia mostrava retocele grau 3 com retenção de contraste, além de intussuscepção retoanal e descenso perineal. O tempo de trânsito colônico era normal. Paciente em posição de semilitotomia sob efeito de anestesia geral. Técnica feita com cinco trocartes. Dissecção do peritônio de lateral direita para anterior, adentra o septo retovaginal, com auxílio de pinça ultrassônica. Disseção até o terço distal da vagina. Aplicação de tela de polipropileno de baixa gramatura na parede anterior do reto, é fixada com três linhas de sutura absorvíveis, desde o nível dos músculos elevadores do ânus até o reto superior. A seguir a tela é ancorada ao promontório com três pontos, a seguir recoberta por linha de sutura peritoneal contínua. Resultados: Evolução satisfatória, com alta no terceiro PO após apresentar evacuações. Em seguimento de um ano apresenta-se sem recidiva ou complicações relacionadas à tela. Conclusão: A retopexia anterior com tela laparoscópica mostrou-se factível, segura e eficaz para o manejo de caso complexo de retocele recidivada com obstrução evacuatória.

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