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BAIXO NÍVEL DE ESCOLARIDADE ASSOCIA‐SE A ATRASO NA CONSULTA COM O COLOPROCTOLOGISTA
Author(s) -
Marley Ribeiro Feitosa,
Virna Ribeiro Feitosa Cestari,
Karina Kendra Mar Marques,
Matheus Rassi Fernandes Ramos,
Rogério Serafim Parra,
José Joaquim Ribeiro da Rocha,
Omar Féres
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.221
Subject(s) - medicine
tônus em repouso. Ainda, descenso perineal que comprometia o compartimento posterior, de pequeno grau, e ausência de abertura dos esfíncteres anais durante manobra evacuatória. Ressonância nuclear magnética da coluna lombossacra não evidenciou alterações. Submetida a diversos tratamentos, entre eles alteração de dieta e biofeedback, sem sucesso. Paciente submetida a implante de neuroestimulador sacral, fase 1, com resposta importante, foi então implantado neuroestimulador definitivo com melhoria do escore de incontinência fecal da Cleveland Clinic (CCFIS) de 13 para 3. Discussão: A neuroestimulação sacral foi inicialmente usada para tratamento de incontinência urinária e adaptada para tratamento da incontinência fecal e atua na contratilidade da musculatura esfincteriana através da estimulação das raízes nervosas. Pode ser uma opção eficaz para incontinência fecal independentemente da sua etiologia. Conclusão: A incontinência fecal tem impacto importante na qualidade de vida do paciente e, dessa forma, devem ser esgotadas as opções terapêuticas. A neuroestimulação sacral é uma terapia eficaz e promissora e que deve entrar no arsenal terapêutico para o tratamento da incontinência fecal.

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