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PROLAPSO RETAL – ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DOS PROCEDIMENTOS FEITOS EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO
Author(s) -
Tamara Durci Mendes,
Gustavo Braga,
Danilo José Munhóz da Silva,
Thaís Andreotti,
Geni Satomi Cunrath,
Camilla Ferreira Magalhães Franco,
Miguel Cerutti Franciscatto
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.142
Subject(s) - medicine
Objetivo: Avaliar retrospectivamente a prevalência do prolapso retal em uma população e os procedimentos feitso como forma de tratamento dessa afecção. Métodos: Os pacientes incluídos teriam diagnóstico de prolapso em pelo menos uma das consultas feitas no centro terciário entre janeiro/2011-dezembro/2016. Foram identificados 119 casos. Após análise de prontuário, 19 foram excluídos. Resultados: Dos 100 pacientes analisados, a média foi de 71,2 anos. Cirúrgicamente, 29 foram submetidos a cirurgia: 14 Altemeier, 10 Delorme, três hemorroidectomias, uma retopromontofixação, uma não especificada no prontuário. Não aceitaram tratamento cirúrgico 23 pacientes e 46 foram submetidos a ligadura elástica. Conclusão: O prolapso retal acomete principalmente pacientes idosos, com comorbidades. Dessa forma, na maioria dos casos de prolapso retal parcial preconiza-se o tratamento mais conservador. Nos doentes com procidência retal, indica-se o tratamento cirúrgico. O prolapso pode apresentar recidiva, mesmo após o tratamento cirúrgico. O tratamento cirúrgico do prolapso retal visa a preservar os esfíncteres e a fisiologia, tentar não ser invasivo e manter as funções do reto. Dessa forma, a técnica a ser escolhida para o tratamento de determinado paciente está diretamente relacionada com seu quadro clínico e suas condições clínicas. O cirurgião deve, portanto, adequar-se a cada caso na tentativa de promover o melhor resultado final para o paciente.

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