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PACIENTES COM CÂNCER DE RETO DISTAL: DESFECHOS PARA ESCOLHER A ESTRATÉGIA DE TRATAMENTO PARA PACIENTES COM CÂNCER DE RETO BAIXO
Author(s) -
Sérgio Carlos Nahas,
Leonardo BustamanteLopez,
Rodrigo Ambar Pinto,
Caio Sérgio Rizkallah Nahas,
Carlos Frederico Sparapan Marques,
Cíntia Mayumi Sakurai Kimura,
Ivan Ceconello
Publication year - 2017
Publication title -
journal of coloproctology
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.167
H-Index - 11
eISSN - 2317-6423
pISSN - 2237-9363
DOI - 10.1016/j.jcol.2017.09.015
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: Muito esforço tem sido feito para aumentar a preservação esfincteriana no tratamento do câncer de reto baixo. Objetivo: Analisar os resultados do tratamento cirúrgico de pacientes com câncer de reto distal e identificar os desfechos e fatores prognósticos. Métodos: Pacientes com neoplasia de reto baixo operados com ou sem preservação do esfíncter entre 2005 e 2012 foram retrospectivamente estudados através de base de dados prospectiva. Os seguintes fatores foram analisados e relacionados à sobrevida em cinco anos e recorrência: idade, gênero, presença de linfonodos acometidos, invasão da parede retal e metástases. Pacientes com carcinomatose peritoneal ou doença sistêmica avançada foram excluídos. Resultados: Foram incluídos 148 pacientes com tumor de reto baixo, 78 do sexo feminino (52,7%), 7,4% pacientes tinham menos de 40 anos, 52,7% entre 41 e 60 anos e 46,6% mais de 60 anos. Neoadjuvância de curso longo foi feita em 86,5% dos pacientes, ressecção abdominoperineal em 58,1% e ressecção anterior baixa com preservação do esfíncter em 41,9%. Quanto à invasão da parede, 34 pacientes (23%) eram T2, 77 (52%), T3 e 15 (10%), T4. Acometimento linfonodal foi observado em 41 (27,7%). Em análise univariada, a quimioterapia neoadjuvante e idade < 40 correlacionaram-se a maior recorrência; estádios avançados (T3 e T4), acometimento linfonodal e baixo grau de diferenciação tumoral correlacionaram-se com menor sobrevida (p < 0,005). Análise multivariada mostrou que tumores indiferenciados (p = 0,026) e ressecção abdominoperineal (p = 0,009) estavam associados a maior taxa de recorrência. O seguimento médio foi de 32 meses. Sobrevida em cinco anos foi de 58,1%. A estratificação por tipo de cirurgia identificou pior sobrevida em cinco anos nas ressecções abdominoperineais (46,5%), em relação à ressecção anterior baixa (74,2%). Conclusão: Tipo histológico indiferenciado e ressecção abdominoperineal demonstraram-se fatores de pior prognóstico em pacientes com câncer retal.

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