“QUANDO DIZER É FAZER”: A DIMENSÃO GENERIFICADA DO DISCURSO HISTORIOGRÁFICO
Cadernos Do IlPeer ReviewedNatanael de Freitas Silva2017Journals
Neste artigo focalizo a dimensão generificada do discurso historiográfico. Parto do pressuposto que estamos no rio da História e, portanto, como diz Daniel Welzer-Lang (2004:112) é fundamental “que os pesquisadores comecem a se interessar pelo seu gênero”. Inicialmente focalizo algumas das contribuições da teoria dos atos de fala de John Austin, em seguida, enfatizo a questão lançada por Nelly Richard e que norteia este texto: afinal, a escrita tem sexo? E por fim discuto o caráter performativo da linguagem a partir da concepção de Judith Butler e Beatriz Preciado.
The content you want is available to Zendy users.
Already have an account? Sign inHaving issues? Contact support