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Desigualdade social em doentes renais crônicos/ Social inequality in chronic renal patients
Author(s) -
Beatriz Bertolaccini Martínez,
Fernanda Marcelino da Silva,
Vinícius Tavares Veiga,
Rodrigo Pereira Custódio,
José Vítor da Silva
Publication year - 1970
Publication title -
revista ciências em saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2236-3785
DOI - 10.21876/rcsfmit.v1i1.16
Subject(s) - medicine
Introducao: A pobreza influencia na evolucao dos pacientes com doencas cronicas, porque contribui para o seu agravamento e dificulta o acesso a assistencia medica. O objetivo deste trabalho foi avaliar os aspectos relacionados a desigualdade social de pacientes em hemodialise. Metodos: Estudo transversal com 123 pacientes em hemodialise no Hospital Samuel Libânio – Pouso Alegre, MG, divididos, de acordo com a classe economica, em 3 grupos: AB (n=23), C (n=60) e DE (n=40),. Foram coletados dados sociodemograficos e economicos, antecedentes clinicos e informacoes sobre o acesso a servicos de saude. Para a analise dos resultados, foi utilizada estatistica analitica e descritiva. Adotou-se p £ 0,05. Resultados: O grupo AB apresentou um menor numero de pacientes jovens (4,3% em AB vs 40% em C e 25% em DE, p < 0,05), um maior numero de individuos com mais anos de escolaridade (65,3% em AB vs 18,3% em C e 2,5% em DE; p < 0,05), predominio de pacientes com menos de um ano em tratamento de hemodialise (65,2% em AB vs 10% em C e 5% em DE, p < 0,05), menor numero de usuarios do SUS (40% em C e 25% em DE vs 4,3% em AB; p < 0,05) e maior acesso ao tratamento com nefrologista (73,9% em AB vs 46,7% em C e 52,5 em DE; p < 0,05). Conclusao: Classes economicamente desfavorecidas agregam individuos mais jovens, com menor escolaridade, usuarios do SUS, com maior tempo em hemodialise e pior acesso ao tratamento com nefrologista. Introduction: The poverty influence on the evolution of patients with chronic diseases because it contributes to your aggravation and hinders access to health care. Our goal was to evaluate the aspects related to social inequality on hemodialysis patients. Methods: cross-sectional study with 123 patients on hemodialysis in Samuel Libânio Hospital – Pouso Alegre, MG, divided according to the economic class, into 3 groups: AB (n = 23), C (n = 60) and DE (n = 40). Were collected socio-demographic and economic data, clinical background and information about access to health services. For analysis of the results has been used statistical analytical and descriptive. We take p £ 0,05.  Results: The AB group has fewer young patients (4,3% in AB vs 40% in C and 25% in DE, p < 0,05), a greater number of individuals with more years of schooling (65,3% in AB vs 18,3% in C and 2,5% in DE; p < 0,05), predominance of patients with less than a year on haemodialysis treatment (65,2% in AB vs 10% in C and 5% in DE, p < 0,05), smaller number of users of SUS (40% in C and 25% in DE vs 4,3% in AB; p < 0,05), greater access to treatment with nephrologist (73,9% in AB vs 46,7% in C and 52,5% in DE; p < 0,05). Conclusion: Economically disadvantaged classes bring younger patients, with less schooling, users of SUS, patients with greater time on hemodialysis and worse access to treatment with nephrologist.

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